segunda-feira, 20 de junho de 2011
VLT Padrão Nacional
Enquanto os políticos sonham com a grandiosidade faraônica do trem-bala, os engenheiros e técnicos duma filha da RFFSA, a CBTU, trabalham.
E como fruto desse trabalho, uma solução de baixo custo que pode mudar a realidade do transporte metropolitano no Brasil, viabilizando financeiramente linhas como a ligação barcas de Niterói-rj à São gonçalo-rj (linha 3 do metrô), e inúmeros trens regionais e urbanos Brasil a fora.
Basta que os políticos queiram a dotar a idéia, e para quererem a nós basta pressionar.
Especificação técnica VLT Padrão Nacional
Desenvolvimento e Fabricação de Veículo Leve Sobre Trilhos - VLT - para Transporte Urbano e Regional de Passageiros
Convênio firmado entre CBTU, BNDES, MT, SIMEFRE e ABIFER
Se você não sabe o que fazer com sua locomotiva usada.
Aqui tem uma sugetão, teste cofres de carga (containers) de lixo radioativo!
Despistando o espetáculo da imagem, é um trem de baixa tonelagem, o o containner não foi "prensado" contra um objeto indeformável.
Num acidente ferroviário real, um trem típico teria tonelagem muito maior e esmagaria o containner contra outros vagões ou containners.
mas nada para se apavorar trens de lixo radioativo trafegam sozinhos em ferrovias com segurança para lá de reforçada.
domingo, 19 de junho de 2011
Acertaram uma.
Para quem acompanha o blog, com certeza há um gosto de amargo no que fica escrito aqui.
Mas nem tudo é derrota, o vídeo do governo do estado, postado abaixo, é sobre a inauguração do transpasse da linha da supervia sobre a MRS no entroncamneto do KM 64 da EFCB.
Como eu não gosto de propaganda vou deixar mais umas observações amargas junto com o vídeo.
1-O direito de passagem e a prioridade de circulação, pelo ao menos no papel, sempre foram do estado do Rio de janeiro e dos trens de passageiros, logo acho que essa obra deveria ter sido bancada pela MRS...
2-A população foi afastada uns 2 Km da cerimônia, por causa de seu "amor" pelos políticos que ali estavam presentes.
3-Os 60 trens anunciados já estão atrsados faz um ano e meio.
dos 20 trens série 2005 (coreanos) 7 estão imobilizados. Além disso desde o início da concessão cerca de 50 trens entregues pela flumitrens foram transformados em clipes de papel.
4-O viaduto tem uma rampa muito íngrime do lado de Paracambi, além de problemas de deslizamento de um morro cortado ao lado da linha.
5-O secretário de tranportes Júlio Lopes, para dar importãncia a obra fala em "risco", se compartilhar ferrovias para carga e passageiros fosse esse perigo todo, teriamos um holocauto ferroviário por dia em São Paulo, onde toda a malha da CPTM é cortada de fora a fora por trens de carga.
Mas está lá! Pronto, apesar do lobby de se aproveitar a paralisação para as obras para suspender o ramal.
E assim caminha aos tropeços, a ferrovia e o Brasil.
A propósito, não mudou muito a operação do ramal de Paracambi, o tempo de viajem não encurtou os intervalos tamém não, mas os atrasos diminuiram.
Curiosidade, esta obra deveria se chamar "viaduto de Paracambi" ou "viaduto Guedes Costa", já que não é uma alça para receber trens de uma outra linha, e não fica em Japerí, a EFCB após cruzar o rio Santanna (Km63) passa a correr em território Paracambiense e Guedes Costa é o nome de batismo oficial do posto do Km64. Mais um pouco aqui, http://www.estacoesferroviarias.com.br/efcb_rj_linha_centro/guedes.htm
Mas nem tudo é derrota, o vídeo do governo do estado, postado abaixo, é sobre a inauguração do transpasse da linha da supervia sobre a MRS no entroncamneto do KM 64 da EFCB.
Como eu não gosto de propaganda vou deixar mais umas observações amargas junto com o vídeo.
1-O direito de passagem e a prioridade de circulação, pelo ao menos no papel, sempre foram do estado do Rio de janeiro e dos trens de passageiros, logo acho que essa obra deveria ter sido bancada pela MRS...
2-A população foi afastada uns 2 Km da cerimônia, por causa de seu "amor" pelos políticos que ali estavam presentes.
3-Os 60 trens anunciados já estão atrsados faz um ano e meio.
dos 20 trens série 2005 (coreanos) 7 estão imobilizados. Além disso desde o início da concessão cerca de 50 trens entregues pela flumitrens foram transformados em clipes de papel.
4-O viaduto tem uma rampa muito íngrime do lado de Paracambi, além de problemas de deslizamento de um morro cortado ao lado da linha.
5-O secretário de tranportes Júlio Lopes, para dar importãncia a obra fala em "risco", se compartilhar ferrovias para carga e passageiros fosse esse perigo todo, teriamos um holocauto ferroviário por dia em São Paulo, onde toda a malha da CPTM é cortada de fora a fora por trens de carga.
Mas está lá! Pronto, apesar do lobby de se aproveitar a paralisação para as obras para suspender o ramal.
E assim caminha aos tropeços, a ferrovia e o Brasil.
A propósito, não mudou muito a operação do ramal de Paracambi, o tempo de viajem não encurtou os intervalos tamém não, mas os atrasos diminuiram.
Curiosidade, esta obra deveria se chamar "viaduto de Paracambi" ou "viaduto Guedes Costa", já que não é uma alça para receber trens de uma outra linha, e não fica em Japerí, a EFCB após cruzar o rio Santanna (Km63) passa a correr em território Paracambiense e Guedes Costa é o nome de batismo oficial do posto do Km64. Mais um pouco aqui, http://www.estacoesferroviarias.com.br/efcb_rj_linha_centro/guedes.htm
sábado, 18 de junho de 2011
Ferreosfera: Estrada de Ferro Central do Brasil nos anos 20 - R...
Ferreosfera: Estrada de Ferro Central do Brasil nos anos 20 - R...:
A queda de uma barreira na Serra do Mar Causa em frente a estação de Palmeiras (RJ), mas a ferrovia não pode parar!
Vejam no link uma das mais incrivéis histórias da central.
A queda de uma barreira na Serra do Mar Causa em frente a estação de Palmeiras (RJ), mas a ferrovia não pode parar!
Vejam no link uma das mais incrivéis histórias da central.
Leopoldina e Ney matogrosso
A miséria em torno das linhas da leopoldina:
O trem sujo da Leopoldina continua, e cada vez pior, com favelas crack, abandono da ferrovia.
Mas ignorem a postura "teatral" de ney matrogrosso e atenção na letra do poema e nas raras imagens do subúrbio da leopoldina em 1979, época do alargamento e eletrificação até Caxias.
O trem sujo da Leopoldina continua, e cada vez pior, com favelas crack, abandono da ferrovia.
Mas ignorem a postura "teatral" de ney matrogrosso e atenção na letra do poema e nas raras imagens do subúrbio da leopoldina em 1979, época do alargamento e eletrificação até Caxias.
SuperVia | cemitério de São Diogo
Para quem ama elogiar a privatização vai uma lembrancinha
SuperVia | Trem-unidade série 800 abandonado
Só para constar, NENHUM, destes trens foi recuperado, tudo virou pó nas oficinas de São Diogo onde todos os trens que estavam nestes pátios foram sucateados.
Agradecimentos ao metrô rio que não vai bem das pernas também, mas permite fazer fotos a partir de suas instalações.
SuperVia | Trem-unidade série 800 abandonado
Só para constar, NENHUM, destes trens foi recuperado, tudo virou pó nas oficinas de São Diogo onde todos os trens que estavam nestes pátios foram sucateados.
Na posição da cabine onde estava os TUEs só resta agora uma amontoado de restos da sucata removida.
Agradecimentos ao metrô rio que não vai bem das pernas também, mas permite fazer fotos a partir de suas instalações.
O mistério de Macaé, e outras coisas mais.
Fala-se muito no Brasil em metrô, VLT, corrredor de ônibus, milagre, e coisas do tipo.
A meses atrás recebemos a surpresa da implantação de algo mais do que óbvio, um VLT em Macaé.
Mas pelo que parece foi só isso mesmo. Só uma materiazinha ordinária da imprensa.
A Cia estadual de transporte e logística - CENTRAL, acabou com seu último trem, sem inteções de operar outro, vide os carros reformados da central abandonados em Barão de Mauá.
Não vi mais notas na imprensa a respeito de Macaé. Na notícia inicial já havia cheiro de podridão, como o fato de para o sistema ser implantado, o trecho masi atrativo (ramal de imbetiba) seria transformado em uma avenida. Além da velha hstória de em macaé haver quase que controle total do transporte na cidade pelo grupo JCA, dono da 1001, Barcas SA, e diversas outras empresas de ônibus.
Enquato isso PALMAS para os estado do Piauí e do Ceará e para a CBTU em Alagoas pelos seu sucesso em terminarem aquilo que começam.
Para quem pensa que o nordeste é "o atraso do país" leiam isso aqui por favor, é uma página acompanhando os projetos de desenvolvimentro de trens urbanos na região, http://memoria7313.blogspot.com/
A meses atrás recebemos a surpresa da implantação de algo mais do que óbvio, um VLT em Macaé.
Mas pelo que parece foi só isso mesmo. Só uma materiazinha ordinária da imprensa.
A Cia estadual de transporte e logística - CENTRAL, acabou com seu último trem, sem inteções de operar outro, vide os carros reformados da central abandonados em Barão de Mauá.
Não vi mais notas na imprensa a respeito de Macaé. Na notícia inicial já havia cheiro de podridão, como o fato de para o sistema ser implantado, o trecho masi atrativo (ramal de imbetiba) seria transformado em uma avenida. Além da velha hstória de em macaé haver quase que controle total do transporte na cidade pelo grupo JCA, dono da 1001, Barcas SA, e diversas outras empresas de ônibus.
Enquato isso PALMAS para os estado do Piauí e do Ceará e para a CBTU em Alagoas pelos seu sucesso em terminarem aquilo que começam.
Chegada do VLT de Maceio, parte do progama de modernização das linhas de tração a diesel da CBTU (nordeste)
Modelo de composição de VLT padrão da CBTU.
Clique nas fotos para mais detalhes
Nas 4 fotos acima o Trem Hungaro, em fases distintas, nas primeiras fotos recentemente reformado, no meio mantido em operação mesmo que de forma precária, e na última em 1974.
Equipamento velho, considerado obsoleto e falho, foi adaptado resitiu ao tempo, graças a uma luz de bom senso. Hoje é EXEMPLO de compet~encia e responsabilidade para o resto do paìs.
Equipamento velho, considerado obsoleto e falho, foi adaptado resitiu ao tempo, graças a uma luz de bom senso. Hoje é EXEMPLO de compet~encia e responsabilidade para o resto do paìs.
Para quem pensa que o nordeste é "o atraso do país" leiam isso aqui por favor, é uma página acompanhando os projetos de desenvolvimentro de trens urbanos na região, http://memoria7313.blogspot.com/
E quem diria?
Hoje fui surpreendido pela notícia da implantação de um VLT em Macaé.
Não fui surpreendido pelo projeto, algo que para mim sempre foi óbvio, a surpresa foi saber que algo de concreto foi feito! Apareceu uma foto do trem, é um milagre!
Pena que no acordo de implantação do VLT se tenha suprimido o ramal de Imbetiba, que servia a PETROBRAS antes da FCA abandonar a linha do litoral da EF lopoldina.
Espero que vingue o VLT de Macaé, já estamos escaldados de situações como as que ocorreram em Campinas e absurdos como a linha 2 do metrô da capital que foi construído sobre uma ferrovia abandonada ( EF Rio D'ouro) e ainda assim levou mais de 20 anos para ficar parcialmente pronto.
Não fui surpreendido pelo projeto, algo que para mim sempre foi óbvio, a surpresa foi saber que algo de concreto foi feito! Apareceu uma foto do trem, é um milagre!
Pena que no acordo de implantação do VLT se tenha suprimido o ramal de Imbetiba, que servia a PETROBRAS antes da FCA abandonar a linha do litoral da EF lopoldina.
Espero que vingue o VLT de Macaé, já estamos escaldados de situações como as que ocorreram em Campinas e absurdos como a linha 2 do metrô da capital que foi construído sobre uma ferrovia abandonada ( EF Rio D'ouro) e ainda assim levou mais de 20 anos para ficar parcialmente pronto.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Mesma empresa, dois exemplos?
As ferrovias brasileiras quando após a privatização se tornaram uma grande contradição.
Ao mesmo tempo que houve modernização, aumento da efici~encia, maior participação na matriz de transporte. ocorreram também desativação do transporte de passageiros, abandono total de linhas, dilapidação de patrimônio, furto de bens públicos e por aí vai.
A Ferrovia Centro Atlântica FCA, foi a herdeira da maior extensão de linhas oferecidas no processo de privatização, incorporando a SR-2 (Minas Gerais) e SR-7 (Bahia). É uma controlada pela cia Vale do Rio Doce, e degradou tantas linhas da RFFSA que ganhou o apledido de Ficou Como Antes.
Nas duas postagens abaixodo blog do Ralph Giesbrecht, aparentemente vemos ilustrado o motivo do apelido da FCA:
Na primeira vemos uma reabertura da linha de Angra dos Reis, aparentemente bancada pela prefeitura de Angra. Linha esta sempre sub-utilizada pela FCA.
Na segunda o abandono total da Linha Auxiliar da EFCB, da qual restam sob preservação da AFPF 4Km.
Em comum duas linhas com potencial para transporte, desde que feitos investimentos relativamente pequenos na época das concessões. veja o exemplo abaixo:
http://parahdiario.blogspot.com/2010/09/o-futuro-da-ferrovia-de-angra.html
No entanto numa grande cia. não fiscalizada pelo governo, com lucro garantido nas linha tronco, por investimentos feitos anos antes pela RFFSA, para que gastar com esses trechos?
Ao mesmo tempo que houve modernização, aumento da efici~encia, maior participação na matriz de transporte. ocorreram também desativação do transporte de passageiros, abandono total de linhas, dilapidação de patrimônio, furto de bens públicos e por aí vai.
A Ferrovia Centro Atlântica FCA, foi a herdeira da maior extensão de linhas oferecidas no processo de privatização, incorporando a SR-2 (Minas Gerais) e SR-7 (Bahia). É uma controlada pela cia Vale do Rio Doce, e degradou tantas linhas da RFFSA que ganhou o apledido de Ficou Como Antes.
Nas duas postagens abaixodo blog do Ralph Giesbrecht, aparentemente vemos ilustrado o motivo do apelido da FCA:
Na primeira vemos uma reabertura da linha de Angra dos Reis, aparentemente bancada pela prefeitura de Angra. Linha esta sempre sub-utilizada pela FCA.
Na segunda o abandono total da Linha Auxiliar da EFCB, da qual restam sob preservação da AFPF 4Km.
Em comum duas linhas com potencial para transporte, desde que feitos investimentos relativamente pequenos na época das concessões. veja o exemplo abaixo:
http://parahdiario.blogspot.com/2010/09/o-futuro-da-ferrovia-de-angra.html
No entanto numa grande cia. não fiscalizada pelo governo, com lucro garantido nas linha tronco, por investimentos feitos anos antes pela RFFSA, para que gastar com esses trechos?
Trens da FCA e da Vale aguardando licença para prosseguir.
O abandono de linhas feto pela FCA é apenas resultado da prioridade de investimentos da Vale.
Pátio abandonado pela FCA no centro da cidade do Rio de janeiro, junto ao porto.
É claro que há carga para transportar, mas a prioridade não é essa.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Auto de linha #101- AFPF
Amigos: precisamos comprar bancos, colocar os vidros de acrílico nas janelas, forrar o
teto, pintar, pagar a mão de obra, etc. Depósitos: Itau - Ag.6127 c/c: 05.403-6 - Adail
"O trabalho persistente tudo vence" (Irineu Evangelista de Souza, Barão de Mauá)
teto, pintar, pagar a mão de obra, etc. Depósitos: Itau - Ag.6127 c/c: 05.403-6 - Adail
"O trabalho persistente tudo vence" (Irineu Evangelista de Souza, Barão de Mauá)
Lamentamos comunicar
que foi criminosamente incendiado - vide fotos acima o auto de linha da AFPF, que era operado a duras penas pelo
incansável preservacionista Luiz Octávio & Cia, no trecho de 10 km entre
Miguel Pereira-Governador Portela. Esse pequeno trecho era a última
trincheira de resistência do pouco que restou da Linha Auxiliar da
Central do Brasil, que hoje se encontra totalmente abandonada com
milhares de toneladas de trilhos subtraídos, estações esquecidas, etc.
Esse veículo servia
para tentarmos preservar "viva" essa linha, apesar dos constantes
descasos das autoridades locais e do Distrito Federal.
A centenária E. F.
Melhoramentos foi inaugurada em 29/03/1898 e construída por Paulo de
Frontin. O traçado original de 167 km começava na Estação Alfredo Maia e
ia até Paraíba do Sul. Após passar para a Central do Brasil, seu traçado
ficou restrito ao trecho entre Japeri e Três Rios.
Na década de 1980,
chegou-se a operar um trem turístico entre Miguel Pereira e Conrado,
durando pouco tempo. Com a privatização da RFFSA, a linha foi entregue a
FCA-Ferrovia Centro Atlântico (ligada à CVRD), que logo abandonou o
trecho, considerando-o anti-econômico e, creio que por esse motivo,
julgou-se totalmente desobrigada de mantê-lo em bom estado de
conservação. Ao que consta no domínio público, essa "omissão" contou com
a aquiescência dos "agentes reguladores" que nada fizeram, mesmo sabendo
das constantes denúncias que a AFPF fez sobre o descaso, o roubo de
trilhos e destruição de equipamentos ferroviários ao longo do trecho.
A sensação é de que o
caminho está ficando cada vez mais livre para que sucateiros, posseiros
e vândalos, acabem de vez com o trecho pioneiro. Quando sua voracidade
consumir todos os 167 km de velhos trilhos para onde será que voltarão
seus maçaricos? Talvez para portões de ferro dos monumentos ou bueiros
de metal, estátuas de bronze, velhos canhões, velhas locomotivas
estáticas em praças publicas... Quem sabe?
Pobre de nós; pobre
Luiz Octávio; pobre Paulo de Frontin.
A epopéia da Locomotiva da EBAL
Dia 15 de maio foi removida das instalações de uma escola desativada em São Cristóvão, para Petrópolis, uma antiga locomotiva a vapor que lá estava estacionada desde meados dos anos 1960, no local onde funcionou um pequeno parque infantil inaugurado em 1967 pela então EBAL- Editora Brasil América como presente para os moradores de São Cristóvão no dia das crianças.
A EBAL era uma das maiores editoras brasileiras de revistas em quadrinhos que alcançaram grande sucesso junto ao público infanto-juvenil, tais como: Tom&Jerry, Pernalonga, Tarzan, Superman, Batman & Robin, e outras.
A velha locomotiva tanque, cuja classificação de rodagem é 0-6-0T, operou nas instalações da extinta Cia. Petropolitana de Tecidos, em Cascatinha, 1o. Distrito de Petrópolis, manobrando vagões entre a fábrica e a linha Leopoldina, que passava ao lado. Por volta do final dos anos 1950 a Fábrica de tecidos abandonou a manobra com a loco, e passou a fazer à movimentação de seus produtos com caminhões. Esquecida num canto, acabou por ser vendida na década de 1960 para um ferro-velho, em Barra Mansa, RJ, ainda em condições operacionais.
Cerca de 20 anos atrás, o Engenheiro “preservacionista” Luiz Octavio a localizou pela primeira vez “escondida” atrás de um muro no pátio interno da escola que ainda funcionava no local, hoje desativada. Não titubeou e fez uma oferta de compra aos proprietários, que queriam um preço muito elevado,e a transação não foi efetivada.
Com o fechamento da escola, o imóvel passou recentemente para o controle da Imobiliária Higienópolis, que aceitou a nova proposta do Luiz Octavio no valor de R$ 8 mil, desde que a loco fosse retirada por sua conta em menos de um mês.
Surgiu então um novo problema: onde arranjar recursos para remover a locomotiva para Petrópolis, seu local de origem, sem ter idéia onde ela poderia ficar estacionada?
Octavio então buscou ajuda junto aos associados da Regional Petrópolis da AFPF-Associação Fluminense de Preservação Ferroviária, que contataram a Prefeitura de Petrópolis que se interessou em trazer de volta uma raridade desta. Tanto assim que logo providenciou o equipamento para remoção da locomotiva: um guindaste com capacidade de 30 toneladas e uma prancha para levar a loco para Petrópolis, assumindo todos os ônus do transporte até Petrópolis.
Hoje a velha locomotiva, em avançado estado de degradação, encontra-se estacionada numa oficina em Nogueira, onde será inspecionada e, se possível, restaurada. Se ainda estiver em condições operacionais ela poderá vir a tracionar, futuramente, um pequeno trenzinho, num percurso de 3 a 4 km no local, indo até o Parque de Exposição de Itaipava. Tudo isso vai depender da ajuda de patrocina-dores, pois a reforma será muito cara, assim como, o investimento necessário à implantação dessa linha no mesmo local onde passavam os trens da Leopoldina, cujos trilhos foram erradicados em 1964.
Para saber mais detalhes, contatem o Luiz Octavio pelo telefone 2259-9084, ou pelo e-mail afpf.rj@gmail.com
__________________________________________________________________________________
Endereço AFPF: Rua Figueiredo de Magalhães 387/403, Rio de Janeiro/RJ – CEP: 22.031-011
Telefones: (21) 2236-4115/(021) 9911-8365
e-mail: acdpastori@gmail.com
A EBAL era uma das maiores editoras brasileiras de revistas em quadrinhos que alcançaram grande sucesso junto ao público infanto-juvenil, tais como: Tom&Jerry, Pernalonga, Tarzan, Superman, Batman & Robin, e outras.
A velha locomotiva tanque, cuja classificação de rodagem é 0-6-0T, operou nas instalações da extinta Cia. Petropolitana de Tecidos, em Cascatinha, 1o. Distrito de Petrópolis, manobrando vagões entre a fábrica e a linha Leopoldina, que passava ao lado. Por volta do final dos anos 1950 a Fábrica de tecidos abandonou a manobra com a loco, e passou a fazer à movimentação de seus produtos com caminhões. Esquecida num canto, acabou por ser vendida na década de 1960 para um ferro-velho, em Barra Mansa, RJ, ainda em condições operacionais.
Cerca de 20 anos atrás, o Engenheiro “preservacionista” Luiz Octavio a localizou pela primeira vez “escondida” atrás de um muro no pátio interno da escola que ainda funcionava no local, hoje desativada. Não titubeou e fez uma oferta de compra aos proprietários, que queriam um preço muito elevado,e a transação não foi efetivada.
Com o fechamento da escola, o imóvel passou recentemente para o controle da Imobiliária Higienópolis, que aceitou a nova proposta do Luiz Octavio no valor de R$ 8 mil, desde que a loco fosse retirada por sua conta em menos de um mês.
Surgiu então um novo problema: onde arranjar recursos para remover a locomotiva para Petrópolis, seu local de origem, sem ter idéia onde ela poderia ficar estacionada?
Octavio então buscou ajuda junto aos associados da Regional Petrópolis da AFPF-Associação Fluminense de Preservação Ferroviária, que contataram a Prefeitura de Petrópolis que se interessou em trazer de volta uma raridade desta. Tanto assim que logo providenciou o equipamento para remoção da locomotiva: um guindaste com capacidade de 30 toneladas e uma prancha para levar a loco para Petrópolis, assumindo todos os ônus do transporte até Petrópolis.
Hoje a velha locomotiva, em avançado estado de degradação, encontra-se estacionada numa oficina em Nogueira, onde será inspecionada e, se possível, restaurada. Se ainda estiver em condições operacionais ela poderá vir a tracionar, futuramente, um pequeno trenzinho, num percurso de 3 a 4 km no local, indo até o Parque de Exposição de Itaipava. Tudo isso vai depender da ajuda de patrocina-dores, pois a reforma será muito cara, assim como, o investimento necessário à implantação dessa linha no mesmo local onde passavam os trens da Leopoldina, cujos trilhos foram erradicados em 1964.
Para saber mais detalhes, contatem o Luiz Octavio pelo telefone 2259-9084, ou pelo e-mail afpf.rj@gmail.com
__________________________________________________________________________________
Endereço AFPF: Rua Figueiredo de Magalhães 387/403, Rio de Janeiro/RJ – CEP: 22.031-011
Telefones: (21) 2236-4115/(021) 9911-8365
e-mail: acdpastori@gmail.com
Nota rápida.
Hoje as 9h30 um TUE série 900 da supervia apresentou um incêndio entre Nova iguaçu e Comendador Soares no último truque motor da composição, que seguia para japerí.
cerca de 1h depois um trem do metrõ entalou na síada da estação central para as oficinas bloqueando uma das linhas da "linha 1A" 9 (antiga linha 2 memendada com a 1).
Sem fotos, ambos os eventos presenciados por minha pessoa .
Para essa turma é que o estado entrgou o último trem da central, acabando de vez com a função da empresa estadual que poderia dar um jeito nessa zona.
cerca de 1h depois um trem do metrõ entalou na síada da estação central para as oficinas bloqueando uma das linhas da "linha 1A" 9 (antiga linha 2 memendada com a 1).
Sem fotos, ambos os eventos presenciados por minha pessoa .
Para essa turma é que o estado entrgou o último trem da central, acabando de vez com a função da empresa estadual que poderia dar um jeito nessa zona.
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