terça-feira, 6 de setembro de 2011

20 Vantagens da reativação da E. F. Príncipe do Grã-Pará (TEI -Trem Expresso Imperial)


  1. Baixo nível de investimento/km: implantando 6 km de trilhos na Serra, podemos nos conectar aos 49 km de trilhos existentes da Supervia que vão até o Centro do Rio.
  2. Estimula a reativação da primeira ferrovia do Brasil, a E. F. Mauá, tombada pelo IPHAN, com 14 km com trilhos ligando Guia de Pacobaiba à Raiz da Serra, criando uma segunda rota para o TEI.
  3. Demanda garantida: circulam mais de três milhões de pessoas ano no eixo Rio-Petrópolis.
  4. Forte apelo Turístico do rico Patrimônio Histórico e Natural da Cidade Imperial.
  5. Facilita o acesso das sacoleiras às compras na Rua Teresa (malharias), ajuda na revitalização do local e valoriza os imóveis da Região.
  6. Exploração sustentável de novos roteiros turísticos: Ecoturismo na Serra da Estrela, vestígios da Estrada Real, Ruínas Históricas na Bacia do Rio Inhomirim, na Raiz da Serra e no Meio da Serra.
  7. Aumento da mobilidade para o dia-a-dia das pessoas, que diariamente estão sujeitas aos constantes congestionamentos na Rodovia BR-040 (Rio-Petrópolis), Linha Vermelha, etc.
  8. O TEI passa ao lado do Maracanã, e permite conexão para o Engenhão pela SUPERVIA.
  9. Petrópolis pode sediar várias delegações internacionais se facilitar o acesso aos estádios por ocasião dos eventos esportivos que vão ocorrer entre 2011 e 2016: Jogos Militares Internacionais (2011), Copa das Confederações (2012), Copa do Mundo 2014, Olimpíadas 2016, etc.
  10. O trem é ambientalmente correto: não poluente e movido à energia renovável (eletricidade).
  11. Espaço para teste de novas tecnologias (Trem de Levitação Magnética, o  Maglev-Cobra).
  12. Facilidade na integração com demais modais: Metrô, Trens da Supervia e TAV Rio-São Paulo.
  13. A Linha do Trem passa próxima ao futuro Arco Rodoviário do Rio de Janeiro, que vai ligar o entroncamento da BR-040 com a Rio-Magé, até Seropédica (Via Dutra).
  14. Integração,via ônibus, com a E. F. Corcovado trazendo mais Turistas a Petrópolis.
  15. Recuperação ambiental do trecho da Serra, que vem se degradando ano a ano.
  16. Possibilidade de implantação de um Pólo Turístico-cultural “Estação Cidadania”, no Meio da Serra, no local das ruínas da Fábrica Cometa, dando uma nova dimensão para a população local, com a geração de emprego e renda.
  17. Criação de uma nova alternativa de deslocamento Rio-Petrópolis através da bi-modalidade: Travessia da Baia da Guanabara de barca, saindo da Praça Mauá até Guia da Pacobaiba. Lá embarcaria no Trem da E. F. Mauá e, em Raiz da Serra, no TEI em direção à Petrópolis, fazendo a viagem em 1,5 hora, como assim fazia o Imperador Pedro II.
  18. Criação de um terminal na Ilha do Governador (Aeroporto do Galeão), valendo-se da mesma rota acima mencionada.
  19. Trens Regionais são um novo e atrativo negócio, com forte tendência mundial: a implantação do TEI estimula à reativação dos trens que operavam na Serra de Teresópolis e em Friburgo.
  20. É a grande oportunidade de corrigimos um grave e criminoso erro do passado, que foi a erradicação dos trilhos em 1964, eliminando, dentre outras, a ligação ferroviária Rio-Petrópolis.

 Alguns riscos :
         Desvirtuação do projeto em face à outros interesses
         Reação agressiva das empresas de ônibus (guerra de tarifas e sabotagens)
         Insegurança:
        obstrução da linha por vândalos
        acidentes com pessoas que transitam pela linha a pé
        assaltos (risco que também correm os passageiros de ônibus)

Prova de Produção de Texto

A palavra “BONDE” tem duplo significado no Rio de Janeiro:
Bonde – meio de transporte sobre trilhos
Bonde – quadrilha de malfeitores


Charge de Aroeira, 01/09/2011, Jornal O DIA
Na figura  acima, identificamos ( de cima para baixo) as charges de:
Jacqueline Roriz, deputada federal absolvida pela Câmara dos Deputados, apesar de um vídeo em que aparece apanhando grana)
Muamar Kadafi, ditador da Líbia
Julio Lopes , secretário dos transportes do Estado do Rio de Janeiro que, após investigar o acidente do bondinho, concluiu que a culpa era do motorneiro. Mesmo com as inegáveis evidências de problemas com manutenção, fraudes no contrato de reforma entre outros
Luiz Antonio Pezão, vice-governador do Estado do Rio de Janeiro (chamado pelos seus desafetos de “Mão-Grande”)
Sergio Cabral Filho, governador do Estado do Rio de Janeiro, também chamado de “O Peregrino”, pelas constantes viagens ao exterior.
Eduardo Paes, prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, ardenteamigo das empresas de ônibus.

Em qual sentido vocês acham que a palavra bonde deveria ser empregada na charge?

segunda-feira, 5 de setembro de 2011


Aos poucos vai acabando a central logística, privatizada pedaço a pedaço pelo estado.
Já se foi o ramal de niterói, os projetos de trens regionais, o trem de Guapimirim, as oficinas de Triagem, os bondes, e agora a estação de Barão de Mauá.
Resta saber se a Odebrecht irá ter piedade do material histórico da EFCB e cia docas no pátio de Barão de Mauá.
Aproveito para perguntar qual é a contrapartida oferecida para que o estado entregue de graça uma área pública a construtora?
O estado, na pressa em destruir a CENTRAL criou um entrave a mais  na implantação do já problemático trem bala. Afinal a Odebrecht não é obrigada a liberar o espao para a operadora do trem, mas e daí? Quem disse que o governo Cabral quer ferrovia no Brasil?


Rio: Odebrecht ganha a área do terminal do trem-bala


Governo do Rio cedeu o direito sobre a Estação Barão de Mauá


Até 2048, a construtora poderá explorar comercialmente o prédio e seu
entorno, com quase 200 mil m2


Dimmi Amora, Folha de S. Paulo


A Odebrecht ganhou do governo do Rio de Janeiro, sem custos, o direito de
administrar até 2048 toda a área da Estação Barão de Mauá, onde está
previsto o terminal do trem-bala na cidade.


O prazo pelo qual a Odebrecht tem o direito de explorar comercialmente um
prédio da estação e seu entorno, que somam quase 200 mil metros quadrados, é
quase o mesmo da concessão do trem de alta velocidade.


O projeto, orçado em R$ 38 bilhões, é a maior obra pública em gestação no
país.


A exploração comercial das estações e áreas do entorno é considerada receita
importante dentro do projeto do trem-bala brasileiro e, com frequência, em
outros lugares do mundo.


Quem vencer o leilão terá que negociar com a Odebrecht para utilizar a área



sábado, 3 de setembro de 2011

Quem você prefere

T'Trans a responsável por reativar as antigas instalações da sta Matilde e salvar
 a indústria ferroviária fluminense.

T'Trans beneficiada por um contrato fraudulento e responsável pela reforma que paralisou os bondes de santa teresa e matou pelo ao menos 7 pessoas desde 2009

Pressionando a postura muda. Agora sociedade civil, vocês escolhem que modelo de empresa é melhor.

A hora e a vez




29/08/2011 - O Globo

*por Gerson Toller

O Estado do Rio de Janeiro está diante de uma grande oportunidade para aumentar seu parque industrial: em setembro próximo, a Secretaria de Transporte estará abrindo licitação internacional para a compra de 60 trens de quatro carros para a Supervia. Em seguida, a própria (hoje controlada pela Odebrecht Transport) vai encomendar mais 30 trens também de quatro carros, somando 90 trens ou 360 carros. Encomenda para fabricante nenhum botar defeito.

Poderíamos perfeitamente fabricar os trens no Estado do Rio de Janeiro, com mão de obra e insumos brasileiros. O Brasil tem tecnologia, mão de obra e capacidade para fabricar trens elétricos desde a década de 70, como aliás fazia a extinta Cia. Industrial Santa Matilde, em Três Rios. Se não fabricar tudo, pelo menos parte. O que o Estado do Rio de Janeiro não pode – ou melhor, não deve – é continuar comprando trens embrulhados da Coreia, como fez em 2005, ou da China, como em 2008.

Quando o governo de São Paulo fez compra semelhante, em 2008, para a CPTM e o Metrô, optou por criar na licitação margem de preferência de 15% em favor de equipamento fabricado no Brasil. Isso bastou para que o vencedor da concorrência, uma empresa espanhola, até então ausente do país, construísse em Hortolândia , perto de Campinas, uma fábrica novinha em folha, que hoje emprega 1.300 homens e fabrica 65% do valor dos trens. De espanhóis trabalhando na fábrica há, ainda, 20 técnicos para treinar os brasileiros. Todos voltarão à Espanha em pouco tempo.

Tanto em São Paulo como no Rio, a compra é financiada pelo Banco Mundial, que nas suas regras exige concorrência internacional, mas permite a preferência dos 15%. Só que o governo do Rio de Janeiro não quer nem ouvir falar de preferência, apesar dos insistentes pleitos da indústria nacional. Prefere fazer o negócio ao preço mais baixo possível, ou seja, na China, grande fornecedora de trens elétricos, guarda-chuvas e luzinhas de natal, e ficar com o troco do financiamento do Banco Mundial para comprar mais trens adiante.

Nos últimos 30 dias foi anunciada a construção de quatro fábricas de material ferroviário no Brasil: uma de locomotivas em Sete Lagoas (MG), uma de trens elétricos em Araraquara (SP), uma de freios em Itupeva (SP), e até uma de monotrilhos em Campo Grande (RJ). O país está atravessando um verdadeiro renascimento do transporte ferroviário, impulsionado pela saturação dos demais meios de transporte, pela questão ambiental e pelo avanço tecnológico na construção de material ferroviário. Não é só um fenômeno brasileiro, mas está acontecendo nos Estados Unidos e na China.

Os 60 + 30 trens da Supervia valem perto de 900 milhões de dólares, dinheiro mais do que suficiente para investir numa nova fábrica no estado. Se o governo não fizer nada, todo esse valor, e os empregos que gera, vão ficar na China mesmo, mais exatamente em Changchun, onde a Changchun Railway Vehicles está fabricando os 34 trens vendidos há dois anos para a mesma Supervia.

Nada contra trens chineses. Ainda não começamos a usá-los no Brasil, mas, até prova em contrário, são tão bons como qualquer outro (espero). Então, se compramos tanto deles, porque não vêm fabricar aqui? Não foi assim que a indústria automobilística brasileira foi criada?

Não parece haver objeção do lado dos chineses. Eles já estão assinando protocolos de intenção com a indústria brasileira, preparando possíveis joint ventures. Nem haveria objeção do Banco Mundial, que aceitaria a preferência dos 15% para fabricação no Brasil. O governo do estado ainda pode mudar o jogo se perceber a oportunidade.

*Gerson Toller é diretor-executivo da Revista Ferroviária.

Enquanto isso o secretário de transportes ainda diz que não implantou margem de nacionalização nas compras do RJ para não gastar dinheiro e dar emprego em São Paulo.
Leia-se FODA-SE o Brasil a propina chinesa é maior. Certo Júlio Lopes?

Nacionalize já


Três Rios - Publicado em 19/08/11 11h46 
Receita da T’Trans pode crescer 471% até 2012
Autor: Riley Rodriguez 
|

A T’Trans está ampliando sua carteira de parceiros internacionais. Após o
acordo firmado com a chinesa CRN, que se concretizará caso a montadora vença
a licitação para a construção de 90 novos trens para a Supervia, a empresa
trirriense negocia com outras três multinacionais. Os nomes são mantidos em
sigilo pelo presidente da T’Trans, Massimo Giavina, mas as informações dão
conta de tratar-se da alemã Vossloh, fabricante alemã de locomotivas, trens
regionais e híbridos que funcionam como VLTs, da fabricante suíça de portas
de vidro para estações Stadler e da fabricante italiana de sistemas de
sinalização Ansaldo STS.

Com as novas parcerias a T’Trans pode aumentar sua receita em até 471,5%
até 2012, passando de R$ 70 milhões em 2010 para R$ 400 milhões. Além do
aumento da receita, as parcerias são estratégicas para a empresa aumentar
sua participação no mercado, adquirindo expertise para a construção de
Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) de grande capacidade, entrando em nichos
atualmente explorados por multinacionais como a Bombardier, a Alstom e a
Siemens, todas instaladas em São Paulo e que estão tentando manobras
(disfarçadas de defesa da indústria nacional – embora sejam multinacionais)
para impedir o acordo entre a T’Trans e a CRN. Os acordos, se fechados,
permitirão ainda à T’Trans ampliar seu portfólio na área de sinalização e
entrar no mercado de produção de portas automáticas de vidro para estações
de trem e metrô.

Apenas o acordo com a CRN poderá render à T’Trans US$ 100 milhões, uma vez
que a empresa teria participação de 30% na produção dos 90 trens para a
Supervia (a licitação ocorre em setembro, conforme já noticiou o Entre-Rios
Jornal). Esse volume representa a produção de 100 carros ferroviários, cujo
preço médio é de US$ 1 milhão, segundo as últimas licitações do setor
realizadas no Brasil.

A certeza na concretização das parcerias está no projeto de expansão da
fábrica, que terá um novo prédio de três andares e um galpão com cinco mil
metros quadrados, uma fábrica de compostos de vidro, uma pista de testes com
1,5 km de trilhos eletrificados e um projeto de VLT de pequeno porte. Os
investimentos totalizam US$ 10 milhões R$ 16 milhões ao câmbio de R$ 1,60.

Embora apostando nas parcerias para impulsionar seu crescimento, a T’Trans
possui em carteira contratos já assinados (como o aeromóvel de Porto Alegre
– já noticiado pelo Entre-Rios Jornal – e a instalação de aparelhos
condicionadores de ar em 30 trens da Supervia) que garantem uma receita de
R$ 84 milhões em 2012, pelo menos. 

http://entreriosjornal.com.br

Aprentemente temendo a reação das indústrias brasileiras a CNR busca uma associação com um fabricante brasileiro. Com suas instalações em Três Rios - RJ a T'Trans saí na frente pois pode se beneficiar do programa rio ferroviário, que reduz os impostos para equipamentos ferroviários construídos no estado.
Curiosamente a associação entre a CNR e uma empresa nacional é uma das bandeiras defendidas pela AENFER - Associação dos Engenheiros Ferroviários, idéia que considero um excelente remendo para a aberração das compras feitas no exterior pelo estado do RJ, aassociação com fabricantes não apenas gera empregos no Brasil como agrega engenharia aos produtos oferecidos evitando problemas como a paralisação precoce dos trens por falta de peças de reposição, como nos "coreanos" na supervia.
Esperamos que essa não seja mais uma manobra como na  compra das primeiras locomotivas C38emi da MRS. Estas máquinas foram importadas prontas dos EUA, apenas recebendo os truques de bitola larga nas oficinas de Barra do Piraí não gerando um emprego a mais sequer e sendo beneficiadas de redução da carga tributária.


Trem da CPTM e instalação da T'Trans na antiga oficina da RFFSA em Três Rios

Instalações da T'Trans atualmente;

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Informativo AFPF nº95


Algumas complementações:
1) O Bonde do Memorial do Imigrante, que anteriormente era operado pela ABPF, já não existe mais. Dois fatores concorreram para a extinção do bonde: 
a) a inversão da mão da Rua Visconde de Parnaíba (por onde o bonde corria) e a instalação de um terminal de ônibus urbano bem sobre a linha do bonde; 
b) a reforma do Memorial, que já dura um ano e não tem prazo para terminar, fez com que fosse retirada a guarda particular do portão e, com isso, o local foi tomado por desocupados e craqueiros, que estavam vandalizando o bonde.
Resultado: a ABPF cedeu em comodato o bonde para a prefeitura de Santos, onde hoje ele trabalha muito feliz.
2) Faltou mencionar o sistema de bondes do Parque Portugal (ou Parque Taquaral) em Campinas, que já funciona há décadas.
3) Também faltou mencionar o bondinho elétrico de da usina de Itatinga (Bertioga, SP) que transporta trabalhadores e turistas.
4) Também temos o bonde de Belém (PA), que funcionava no complexo turístico do Porto  Ver-o-Peso e que está momentaneamente parado para retífica das curvas.

domingo, 28 de agosto de 2011

Lá vai o bonde descendo a ladeira

Segue o estado do Rio de Janeiro, incorrigível, tomado pelo poder descontrolado da máquina corrupta do governo. O inabálavel estado homicida, não medirá esforços para acabar com com os mais que centenarios bondes de santa teresa o último sistema ainda operante da estatal CENTRAL logística, uma mina de ouro propositalmente sub-aproveitada pelo governo e que será entregue de bandeja para algum banco estrangeiro encher os bolsos as custas da destruição de uma parte da memória histórica brasileira.
Cabral o neo-liberal segue com seu lema, é literalmente privatizar ou morte.

Sobe o número de mortos no acidente com o Bondinho de Santa Teresa


POR LUIZ ALMEIDA


Rio - Sobe para cinco o número de mortos do acidente com o Bondinho de Santa
Teresa, por volta das 16h deste sábado, que faz o trajeto Lapa-Santa Teresa,
na Zona Sul do Rio. As primeiras informações são de que a composição teria
perdido o controle, batido em um poste, derrubado outro e tombado.


Quatro corpos ainda estão no local da tragédia. São três mulheres e um homem
segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, Sergio Simões. O maquinista,
que chegou a ser socorrido, não resistiu aos ferimentos a caminho do
hospital. Ele foi identificado como Nelson Correia da Silva e trabalhava
dirigindo bonde há quase 30 anos.


O acidente ocorreu na Rua Joaquim Murtinho, altura do número 250, próximo ao
Largo do Curvelo. Segundo testemunhas, havia muitas crianças e turistas no
bonde. Muitos passageiros chegaram a desmaiar e passar mal com o acidente.
Após a tragédia, um ônibus passou e recolheu feridos para levar para o
hospital. O Bondinho está virado até o momento e há informações de ter mais
vítimas abaixo da composição.


Segundo o Bombeiros, cerca de 30 pessoas ficaram feridas. As vítimas foram
encaminhadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro.Homens do
Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar estão no local. 


http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2011/8/sobe_o_numero_de_mortos_no_acidente_com_o_bondinho_de_santa_teresa_187991.html

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Locomotiva da CDRJ é recebida pela AFPF para restauração


Essa é uma grande vitória!
Fazendo história, quando as operadores ferroviárias do estado do RJ pareciam estar dispostas a apagar definitivamente a história das ferrovias uma colaboração inesperada nos traz um facho de luz sobre o futuro.
Não apenas a conquista de receber a loco 7 como também de saber que a Docas ainda possui máquinas em melhor estado como a 12, qundo eu já pensava que todo o material rodante do porto havia sido demolido.
Agradecimentos a Supervia, MRS, CDRJ e CENTRAL.
Quem asabe no futuro, a loco 7 não fará par num futuro próximo com a S1, rebcando os carros da série 400 em Barão de Mauá


 Diretoria da AFP em Barão de Mauá, a frente de branco Luiz Otávio.

 Equipe da MRS e Supervia no pátio do Arará.

 Equipe da Supervia e AFPF em Barão de Mauá.

Loco #7 entrando no pátio de Barão de Mauá.

Loco #7 na plataforma 3 Barão de Mauá.

Loco #12 e Loco #7 da Cia Docas sendo preparadas
 
Loco # 7 chegando na plataforma 3 em Barão de Mauá.

Maquinista da Supervia.

Na linha da Supervia.
 Primeiro movimento no Cais.
Hoje foi um dia histórico para AFPF - e para preservação ferroviária - com  o deslocamento para a Estação Barão de Mauá (Leopoldina) da locomotiva manobreira G&E diesel #7 que foi cedida à AFPF por 25 anos pela Cia Docas do Rio.


A loco #7  é um raro exemplar da época da dieselização das locomotivas do Porto do Rio, no final dos anos 1940, em substituição a frota de locomotivas que eram a vapor.

Graças a ajuda e ao trabalho em equipe da Cia Docas + MRS + Supervia, foi possível realizar esse feito, com a gentileza da Secretaria de Transportes do Rio, que nos permitiu estacionar a Loco na Estação Barão de Mauá.


O próximo passo será angarear recursos para reforma dessa  locomotiva, cujas imagens anexas dizem tudo.
A todos e todas envolvidos - pois não podemos esquecer da simpatissíssima maquinista da SuperVia, Adriana - a quem faremos portadora do  nosso muito obrigado por tudo.


Valeu!

PS: As fotos anexadas são somente um aperitivo, pois faremos uma edição especial do Informativo da AFPF, contando toda esse história com muitas fotos.

--
Antonio Pastori
Presidente  da AFPF - Assoc. Fluminense de Preservação Ferroviária

visite o site www.trembrasil.org.br

Informativo Aenfer ANO XV - Nº 139 - janeiro/fevereiro de 2011








Muda o governo de Magé. Mudará a atitude?

Segunido a notícia publicada pelo "O Globo" sobre a liberação de verbas federais para a primeira fase do Trem Imperial,  restam nossas preocopações de como esse dinheiro será repassado a ferrovia.
É fundamental a colaboração das prefeituras para a execução do projeto, no entanto o que normalmente se percebe é que com todas as ferramentas, recursos e todo o poder nas mãos normalmente tentam impedir a construção de ferrovias.
Vide o leito da EF Mauá patrimônio histórico nacional asfaltado pela prefeitura de Magé durante a administração Cozzolino recentemente expulsa da cidade.
Esperamos que o novo prefeito se interesse pela idéia e não encaminhe este dinheiro ao ralo, como já foi feito anteriormente.

Obras para reativação de ferrovia atrasadas - Tribuna de Petrópolis, 10/08/2011


QUARTA, 10 AGOSTO 2011 12:00





A estação de Pacobaíba, em Magé, será restaurada com verba da União. / Divulgação

Um ano após o governador Sérgio Cabral sancionar o projeto de lei para a reativação da Ferrovia Príncipe do Grão-Pará, muito pouco foi feito pelos municípios envolvidos no projeto. O Termo de Cooperação Técnica entre as prefeituras de Petrópolis, Magé e o governo do estado está desde o ano passado para ser assinado e assim dar início à reativação da ferrovia. O pesquisador e presidente da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária, Antônio Pastori, acredita que a estrada de ferro não ficará pronta até a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

“Não há empenho e nem interesse. É uma pena, porque a verba para a restauração existe, só falta o projeto andar”, ressaltou Pastori. De acordo com o pesquisador, os problemas políticos em Magé prejudicaram o andamento das negociações. “A esperança é que esse novo prefeito eleito em Magé tenha um interesse maior pela reativação da estrada. Vamos procurá-lo e apresentar o projeto”, comentou.


Ao todo, devem ser investidos R$ 70 milhões para a reativação da ferrovia, contando com as obras de infra-estrutura que ficarão a cargo do governo do estado, a retirada dos moradores, a revitalização e a compra dos trens. Este último, de acordo com Pastori, dependerá da quantidade e modelos escolhidos pela empresa que irá vencer a licitação. “Acredito que o investimento mínimo com a aquisição dos trens será de R$ 20 milhões”, ressaltou. A Estrada de Ferro Grão Pará funcionou por 81 anos e ligava a Vila Inhomirim, em Magé, à Serra Velha da Estrela. A linha tem ao todo seis quilômetros de extensão.


Enquanto o projeto não sai do papel, a Associação Fluminense de Preservação Ferroviária conseguiu uma verba junto ao Ministério da Justiça para a restauração da Estação de Pacobaíba, em Magé. De acordo com Pastori, esta foi a primeira estação ferroviária do Brasil, e era por lá que a família imperial pegava o transporte para subir a serra. O investimento de R$ 430 mil é proveniente do Fundo de Direitos Difusos, que recebe multas de crimes ambientais.


Segundo Pastori, o projeto foi aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e deve começar a ser executado até o fim do mês. A previsão é de que a revitalização seja concluída em seis meses. Estima-se que 30 mil pessoas visitem a estação anualmente. “O espaço está todo destruído. Vamos colocar luz, instalar uma biblioteca e, na frente da estação, uma réplica cinematográfica da primeira locomotiva do Brasil, a Baronesa. A intenção é começar pela Estação de Pacobaíba toda a reativação da estrada de ferro”, concluiu.

JANAINA DO CARMO
Redação Tribuna

Assine o manifesto pela volta do trem em Petrópolis e divulgue:
http://www.manifestolivre.com.br/ml/assinaturas.aspx?manifesto=expresso_imperial

Antonio Pastori
Presidente da AFPF - Assoc. Fluminense de Preservação Ferroviáriaafpf.rj@gmail.com