terça-feira, 3 de março de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Direto do túnel do tempo
Esse aqui é um maps dos trens de passageiros que o governo federal irira implementar em 2011, advinha quantos foram feitos?
Revista carta polis 3
Praticamente não há nenhuma esperança de que o projeto vá ser construído dentro de um prazo razoável pois além dos governos federal e do distrito federal estarem falidos o projeto terá que lutar contra o lobby da concessionária que vai administrar a BR 060.
Já começamos a sentir o efeito do lobby, o traçado que deveria seguir ao sul da BR060 e passar por Luziânia para ajudar a resolver os problemas do transporte de subúrbio da capital e aproveitar a faixa de domínio da FCA já foi oportunamente alterado pra o norte seguindo uma faixa de domínio do oleoduto da Petrobras que liga Brasília e Goiânia o OSBRA
Revista Carta Polis 2
Para entender melhor estrago que a revisão do PPCUB acesse http://doc.brazilia.jor.br/ferrovia-Brasilia/esplanada-ferroviaria-PPCUB-2013.shtml
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Fotografia ferroviária
Foto ganhadora do concurso Petrobras de fotografia. A imagem é da ponte da EFL do antigo ramal de Cantagalo, uma parte do traçado desse ramal fica dentro das instalações do COMPERJ e atualmente é utilizado como estrada pela Petrobras.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
A arte de criar problemas
Esta semana o governador do estado do RJ anunciou que quebraria a sua promessa de campanha de construir a linha 3 do metrô em favor de um BRT no mesmo traçado.
Além das críticas técnicas ao projeto, com esse anuncio percebo mais uma grande jogada do governo estadual para manter a população de São Gonçalo contida dentro do seu feudo e manter as empresas de ônibus do grupo JCA felizes da vida.
A via férrea que cortava aquele trecho foi desativada em 2008, para o início da obra, que na época teria exagerada extensão de vias elevadas e túneis sendo muito mais caro do que o necessário.
Lógico que não foi a frente devido a dificuldade de financiamento, então revisaram o projeto para baratear o custo, nessa brincadeira mais três anos de projeto de engenharia.
Em 2011 o projeto deveria ter saído do papel mas apareceu a moda do monotrilho e tornaram a parar tudo de novo e a revisar o projeto. O trecho sob a Baía de Guanabara foi eliminado e a reforma das oficinas do Barreto também.
Em 2013 já em ritmo da campanha eleitoral do ano seguinte foi prometido o mesmo metrô de 2008 porém com simplificações para baratear a obra com menos uso de trechos subterrâneos a substituição da extensão entre Guaxindiba e Itaboraí por um BRT.
Logo em 2015 depois de iniciada a mobilização no canteiro na estação do Barreto o governador do estado volta atrás e anuncia que todo o metrô será um BRT, embora não tenha sido dito o trecho entre Guaxindiba e Itaboraí não deve receber nenhuma obra pois ainda esta servibdo como estrada de acesso para o COMPERJ e a Petrobras em crise parece que não vai cumprir com a processa de devolver o velho leito da ferrovia para o estado como uma estrda pavimentada com faixa de domínio segregada.
O que podemos tirar dessa novela toda é o seguinte, o estado tem se utilizado das mudanças de premissa no projeto do metrô de Niterói para sistematicamente atrasar a obra, cada vez que alguma coisa muda é necessário refazer todo o projeto de detalhamento da construção e enquanto isso se agravam os problemas de invasão da faixa de domínio com ocupações irregulares e até mesmo obras públicas que vão demandar mais processos de desapropiação e mais atrasos.
è na verdade um grande golpe para que o governo do estado se esquive de fazer a obra continue a proteger as empresas de ônibus financiadoras de campanhas.
Quando finalmente algo for construído, que parece ser o caso do BRT que atende aos interesses das empresa de ônibus, isso será feito a toque de caixa e sem o projeto de engenharia detalhado com os erros que estamos cansados de ver em obras públicas, ainda por cima facilitando a vida das empreiteiras que vão lucrar os tubos graças as brechas que a documentação de engenharia deficiente irá deixar.
Se a linha 3 do metrô tivesse sido construída a partir de 2009 com o projeto daquela época mesmo ele sendo mais caro provavelmente hoje já estaria pronta e pelo mesmo preço que o futuro BRT que tem bem menos capacidade de transporte.
Além das críticas técnicas ao projeto, com esse anuncio percebo mais uma grande jogada do governo estadual para manter a população de São Gonçalo contida dentro do seu feudo e manter as empresas de ônibus do grupo JCA felizes da vida.
A via férrea que cortava aquele trecho foi desativada em 2008, para o início da obra, que na época teria exagerada extensão de vias elevadas e túneis sendo muito mais caro do que o necessário.
Lógico que não foi a frente devido a dificuldade de financiamento, então revisaram o projeto para baratear o custo, nessa brincadeira mais três anos de projeto de engenharia.
Em 2011 o projeto deveria ter saído do papel mas apareceu a moda do monotrilho e tornaram a parar tudo de novo e a revisar o projeto. O trecho sob a Baía de Guanabara foi eliminado e a reforma das oficinas do Barreto também.
Em 2013 já em ritmo da campanha eleitoral do ano seguinte foi prometido o mesmo metrô de 2008 porém com simplificações para baratear a obra com menos uso de trechos subterrâneos a substituição da extensão entre Guaxindiba e Itaboraí por um BRT.
Logo em 2015 depois de iniciada a mobilização no canteiro na estação do Barreto o governador do estado volta atrás e anuncia que todo o metrô será um BRT, embora não tenha sido dito o trecho entre Guaxindiba e Itaboraí não deve receber nenhuma obra pois ainda esta servibdo como estrada de acesso para o COMPERJ e a Petrobras em crise parece que não vai cumprir com a processa de devolver o velho leito da ferrovia para o estado como uma estrda pavimentada com faixa de domínio segregada.
O que podemos tirar dessa novela toda é o seguinte, o estado tem se utilizado das mudanças de premissa no projeto do metrô de Niterói para sistematicamente atrasar a obra, cada vez que alguma coisa muda é necessário refazer todo o projeto de detalhamento da construção e enquanto isso se agravam os problemas de invasão da faixa de domínio com ocupações irregulares e até mesmo obras públicas que vão demandar mais processos de desapropiação e mais atrasos.
è na verdade um grande golpe para que o governo do estado se esquive de fazer a obra continue a proteger as empresas de ônibus financiadoras de campanhas.
Quando finalmente algo for construído, que parece ser o caso do BRT que atende aos interesses das empresa de ônibus, isso será feito a toque de caixa e sem o projeto de engenharia detalhado com os erros que estamos cansados de ver em obras públicas, ainda por cima facilitando a vida das empreiteiras que vão lucrar os tubos graças as brechas que a documentação de engenharia deficiente irá deixar.
Se a linha 3 do metrô tivesse sido construída a partir de 2009 com o projeto daquela época mesmo ele sendo mais caro provavelmente hoje já estaria pronta e pelo mesmo preço que o futuro BRT que tem bem menos capacidade de transporte.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Os chineses do metrô RJ
Matéria da revista do CREA sobre os trens chinese recebidos pelo metrô rio, apesar dos problemas operacionais, os trens para a linha 4 serão os mesmos.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Convocação para AGE
Prezados associados, amigos e simpatizantes da AFPF
Abaixo convite para nossa AGE.
Convocação para AGE
Conforme o art.10o do Estatuto, o Conselho Deliberativo da AFPF convoca seus associados para a AGE-Assembleia Geral Ordinária a ser realizada no dia 9 de março de 2015, às 9h:00 horas, em 1ª convocação, e às 9h:30 em segunda e última, na sede da Associação dos Engenheiros Ferroviários-AENFER, na Av. Presidente Vargas 1.733, 6º.Andar – Centro/RJ, para deliberarem sobre os seguintes assuntos:
1) Aprovação dos relatórios Administrativos e Financeiros dos exercícios 2013/2014;
2) Alterações no Estatuto:
2.1 – Mudança do endereço sede;
2.2 – Ampliação dos prazos dos mandatos;
2.3 – Redução dos cargos da Diretoria.
3) Eleição do Conselho Deliberativo e Diretoria;
4) Planejamento atividades para 2015;
5) Fixação mensalidades para 2015;
6) Assuntos gerais.
Os que desejarem candidatar-se a cargo eletivo queiram, por gentileza, entrar em contato com o Dir. Tesoureiro, Luiz Octávio (21) 2259-9084 ou com o Dir. Adm. Antonio Pastori (21) 99911-8365; ou então pelo e-mailafpf.rj@gmail.com, até o dia 08/03/2015.
Ass.: O Conselho Deliberativo
Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2015.
Obs.: essa convocação também foi encaminhada via correio eletrônico e correio tradicional para associados, simpatizantes e demais interessados cadastrados.
ps: A 1a. chapa que se apresentou tem a seguinte formação:
Diretoria
Presidente: Antonio Pastori
Vice: Lucimar Fernandes
Dir. Adm e Financeiro: Luiz Octávio
Dir. Técnico: Helio Suêvo
Conselho Deliberativo:
Presidente do Conselho: Sávio Neves Filho
Ordilei Alves: Conselheiro
Genésio P Santos : Conselheiro
At//
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