sábado, 7 de maio de 2011

Ferreosfera: E o Trem da Serra, sai ou não sai?

Ferreosfera: E o Trem da Serra, sai ou não sai?: "No último dia 30 de abril, foi comemorado o 157º aniversário da inauguração da primeira ferrovia do Brasil, a Estrada de Ferro Petrópolis, m..."

quinta-feira, 5 de maio de 2011

GaxetaLeaks: Trem Sujo da Leopoldina

GaxetaLeaks: Trem Sujo da Leopoldina:

No link um poema antigo, trocentos anos depois duas pequenas amostras de como tudo melhorou...

Rio - A SuperVia informou, nesta quinta-feira, que o roubo de 70 metros de cabos de energia ocasiou a pane nos trens do ramal de Saracuruna. Passageiros voltaram a enfrentar transtornos depois que uma composição enguiçou na estação de Parada de Lucas, na Zona Norte. A rede aérea foi atingida pela falta de energia, resultando na interrupção do tráfego entre as estações de Inhomirim e Penha.

O problema fez com que 16 estações tivessem o tráfego interrompido. A SuperVia informou que o trem faria o trajeto Saracuruna-Central do Brasil. Funcionários da empresa estão no local para efetuar o conserto, mas ainda não há previsão para que os trens voltem a trafegar.

GUERRA DE TRAFICANTES DEIXA CAXIAS SEM TRENS 
 
 
Quem mora em Duque de Caxias e depende dos trens da Supervia, não pode chegar ao trabalho na manhã de hoje, em virtude da paralisação do sistema ferroviário da antiga Leopoldina devido à guerra de quadrilhas pelo controle do tráfico nas favelas de Vigário Geral e Parada de Lucas. A ousadia da bandidagem chegou a ponto de “unificar” as duas favelas, que foram “rebatizadas” de Parada Geral. Contingentes do 16º Batalhão (Olaria) e 15º (Caxias) isolaram as duas favelas e trânsito está confuso na Av. Bulhões Marcial, que liga Vigário a Cordovil.
No início da noite de ontem, quando começou o confronto armado entre quadrilhas rivais, os trens também interromperam as viagens entre a Central e Duque de Caxias, retornando da estação de Cordovil, enquanto as composições que fazem o trajeto até Saracuruna (elétricos) e Raiz da Serra (diesel) retornavam de Gramacho. Até os funcionários do Fórum de Duque de Caxias, situado a poucos metros do rio Meriti, que separa o Município da Baixada da ex-Capital da República, ficaram apavorados com a intensidade da artilharia dos bandidos.

Diariamente passageiros da supervia podem ser encontrados treinando para as olímpíadas na estação de D.Pedro II


Viva a classe mérdia!

Recentemente quem lê ou até escuta de relance os notíciários, recebeu a maravilhosa notícia de que a CIDE - imposto que regula o preço da gasolina e subsidia a produão de diesel. foi abaixada pelo governo para que os donos de postos não repassassem o aumento do preço do petróleo e do álcool para as bombas de gasolina.
Bom lamento informar mas o preço da gasolina subiu assim mesmo, e muito, e vai subir mais!
Aproveito também para informar aos queridos leitores que a CIDE também serve para fiinanciar obras de infra-estrutura de transportes públicos, leia-se trem e metrô, porém este recurso vem sendo usado para aumentar o superavit primário do governo, enquanto você é esmagado no metrô ou corre risco de vida em trens e ônibus.
Então deixo para o leitor uma pergunta.



segunda-feira, 2 de maio de 2011

NEOM-ABPF: As elétricas da RMV

NEOM-ABPF: As elétricas da RMV: Vale a pena dar uma lida.


Estas são locomotivas de segunda geração do sistema eletrificado da VFCO (EFOM e RMV), são em parte reponsáveis pela substituição da belezas abaixo, na RFFSA/VFCO conviveram durante tempo considerável três tipos de  tração, elétrica, diesel-elétrica e a vapor. Pelo ao menos na éppoca de incorporação dessas máquinas se substituía algo antigo por algo mais moderno sempre no sentido de ampliação, e não como acontece hoje onde esse processo é uma mera desculpa para depredação enfraquecimento e abandono.





De volta a carga!

Colisão entre trem e carro deixa 30 feridos no Rio

Prezados leitores, lamentavelmente após um longo período de silêncio, volto a escrever. Ruim é! Não venho escrever sobre novidades e maravilhas na ferrovia fluminenese, mais uma vez volto para escrever sobre absurdos, derrespeito, e massacres contra indivíduos na nossa maravilhosa democracia.

Hoje pela manhã um acidente aconteceu em uma passagem de nível da linha férrea na altura de Costa Barros.
me pergunto como não aconteceu antes;
A imprensa oficial faz o seu trabalho, torce por uma desgraça para noticiar bombasticamente, mostrando os pobre coitados sofridos que precisam de um messias político para serem salvos.
Enquanto isso a mesma imprensa retransmite mentiras verdadeiras, como a declaração da supervia de que havia sinalização adequada no local do acidente.
Ignora-se o fato de as passagens de nível da linha auxiliar (ramal de Belford Roxo) já terem tido um dia cancelas automáticas de bloqueio físico, removidas sabe-se lá com que desculpa, ou que onde há trens com intervalo de passagem menor do que 10min por lei não deve haver passagem de nível.
No final depois de tudo esquecido  a corda sempre arrebenta para o lado do mais fraco, neste caso provavelmente será o ferroviário, memo que na minha opinião técnica a culpa do acidente seja do motorista, que se esqueceu da regra escrita no código brasileiro de trãnsito, ensinada em qualquer auto-escola, onde um veículo deve PARAR, OLHAR e ESCUTAR antes de uma passagem sobre ferrovia, com ou sem sinalização, o trem sempre tem prioridade.
Retransmito a notícia aos leitores, só situando a situação atual, onde a concessionária e o estado mentem, a imprensa faz eco de qualquer coisa, você meu caro leitor, é melhor ter fé....




iG Rio de Janeiro e REDE RECOR RIO /05/05/2011 07:33 - Atualizada às 10:16

Duas pessoas ficaram feridas (no carro 28 dentro do trem), entre elas um bebê de 1 ano, em um acidente envolvendo um trem e um carro na manhã desta quinta-feira (5) na altura do bairro de Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a composição da concessionária Supervia bateu no veículo em uma passagem de nível da linha férrea

O acidente aconteceu por volta das 7h15, no ramal Belford Roxo. O trem seguia da Baixada Fluminense para a Central do Brasil. Bombeiros do quartel de Guadalupe foram ao local e resgataram as duas vítimas: a motorista do veículo e seu filho, de 1 ano.

Os feridos foram encaminhados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, mas ainda não há informações sobre o estado de saúde deles.

Em nota, a Supervia informou que a passagem de nível onde aconteceu o acidente é oficial e possui sinalização visual e luminosa conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

De acordo com a concessionária, os passageiros que estavam no trem desembarcaram na linha férrea e caminharam até a estação de Costa Barros, onde prosseguiram viagem em outras composições. A circulação no ramal Belford Roxo não precisou ser interrompida.

A CET-Rio informou que o cruzamento da Estrada do Camboatá com a Estrada de Botafogo - a passagem de nível - está interditado. O desvio está sendo feito pela Avenida José Arantes de Melo, Estrada João Paulo, Avenida Brasil, sentido zona oeste, Rua Marcos de Macedo até chegar novamente à Estrada do Camboatá.  

Brazil Railway: Um raro exemplar.

Brazil Railway: Um raro exemplar.: "Quando de uma visita as oficinas de Rio Claro em 2005, para os trabalhos de resgate de três carros de passageiros para a ABPF Regional Sã..."

terça-feira, 1 de março de 2011

Contagem regressiva,

Contagem... 3, 2 , 1 e nada! è isso que vai acontecer em 2014 na "inauguração do trem bala". esta semana o gover cortou bilhões do orçamento dederal, inclusive suspendendo o programa FX da força aérea um dos pilares da estatégia nacional de defesa (END), e ao mesmo tempo arrota por aí a contrução do tal TAV, inclusive colocando estatais não ferroviárias dentro dessa canoa furada.

Para quem ainda acredita no trem bala, que seja apenas por falta de conhecimento de engenharia, segue um pequeno texto de Jorge Luiz Calife, com mínimas explicaçãoes sobre a obra que não vai sair.

Afinal, o que é esse tal de trem bala?

Existem boatos que se espalham tanto, que acabam parecendo verdade. Em
Pinheiral, as obras de duplicação da linha férrea fizeram o povo acreditar
que está assistindo a construção da linha do "trem bala". E já tem gente
sonhando com a passagem do trem de alta velocidade pela cidade.
Pura ilusão! A duplicação da linha férrea é para o transporte de minério.
Com seu traçado, cheio de curvas, a antiga linha da Estrada de Ferro Central
do Brasil, atualmente administrada pela MRS Logística, não serviria para uma
composição de alta velocidade que exige um traçado retilíneo, com curvas de
mais de cinco quilômetros de raio.

Se o Trem de Alta Velocidade (TAV) chegar a nossa região, será numa linha de
traçado totalmente novo, que na França custou 15 milhões de dólares por
quilômetro para ser implantada.

Fala-se de uma parada em Barra Mansa ou Volta Redonda, mas jamais se cogitou
de uma parada em Pinheiral. E se não vai parar em Pinheiral o trem de alta
velocidade deve evitar a área urbana devido aos problemas de poluição sonora

Deslocando-se a uma velocidade entre 250 e 300 quilômetros horários uma
composição do TAV desloca o ar ao seu redor provocando um ruído semelhante
ao da passagem de um avião. Daí que se evita, sempre que possível, a
passagem por dentro de áreas densamente povoadas.

A coisa mais próxima de um trem de alta velocidade que já existiu em nossa
região foi o "trem húngaro" na década de 1970. Sua velocidade chegava a 90
quilômetros horários nos trechos de reta, na baixada fluminense e em São
Paulo. Mas devido às curvas acentuadas na Serra do Mar, e em nossa região, o
húngaro jamais pode desenvolver sua velocidade máxima de 120 quilômetros
horários. Acabou sendo desativado, depois de menos de uma década de uso
devido à dificuldade para se conseguir peças de reposição no leste europeu.
Quando começou a ser construída, em 1858, a Estrada de Ferro Central do
Brasil representou uma grande conquista tecnológica para o nosso país. O
grande desafio, ontem, como hoje, era vencer o desnível de 500 metros entre
a Baixada Fluminense e o alto da Serra do Mar.

A ferrovia só chegou lá em cima, na estação de Engenheiro Paulo de Frontin,
em 1863 e no ano seguinte na nossa região. A travessia da serra exigiu a
construção de túneis, como o "12" em Mendes, que eram o terror dos
maquinistas até a introdução das locomotivas diesel-elétricas em 1950. Se
uma locomotiva a vapor enguiçasse dentro do túnel 12, o maquinista corria o
risco real de morrer asfixiado.

Com a construção da CSN, durante a Segunda Guerra Mundial, os trilhos da
Central do Brasil passaram a ser usados principalmente para o transporte de
minério. Em 1969, a Central foi absorvida pela Rede Ferroviária Federal e
hoje é MRS Logística. A duplicação dos trilhos em Pinheiral repõe apenas uma
coisa que já existia.

Nas décadas de 1950 e 1960, a linha era dupla em Pinheiral, por isso a
estação da cidade tem duas plataformas. Mas achar que uma obra de engenharia
do século dezenove possa ser adaptada para um TAV do século 21, é pura
ingenuidade. Outro dia, viajando de ônibus para Volta Redonda ouvi dois
passageiros conversando sobre a chegada do "trem bala", em Pinheiral. Um
senhor explicava que o trem seria movido por campos magnéticos, sem tocar a
linha.

Nada disso, o trem de levitação magnética é o Maglev que só existe no Japão
e na Alemanha. No trecho Rio-São Paulo fala-se em implantar um trem de alta
velocidade semelhante ao TGV francês, que usa energia elétrica de uma linha
suspensa e move-se sobre rodas e trilhos convencionais.

A alta velocidade, até 300 quilômetros horários é conseguida com trilhos de
solda contínua, que reduz a vibração e um traçado que reduz ao máximo as
subidas e as curvas acentuadas. Como no século dezenove, o grande desafio
para o trem de alta velocidade no Brasil será o obstáculo representado pela
Serra do Mar.

A construção de novos túneis e viadutos deve elevar ainda mais o custo da
obra que, nas regiões planas da Europa, fica em 10 milhões de euros por
quilômetro. Se calcularmos que do Rio a São Paulo são 400 quilômetros em
linha reta, o nosso trem bala vai custar, no mínimo, 4 bilhões de euros. É
pagar pra ver.

Esses são os valores para o TAV, o Maglev custa mais caro ainda e não dá
para imaginá-lo em nossa região nem numa história de ficção científica.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Notícias da nuncaanteslândia®

Três Rios - Publicado em 08/02/11 10h35
T’Trans vai construir um dos mais modernos bondes do mundo
Autor: Riley Rodrigues

A T’Trans Sistema de Transporte S/A, cuja fábrica fica em Três Rios, venceu
a licitação de R$ 2,8 milhões para o fornecimento de dois veículos para a
linha do Aeromóvel de Porto Alegre (RS). A linha ligará o novo terminal de
passageiros do Aeroporto Internacional Salgado Filho à Linha 1 da Trensurb.
Os veículos que serão construídos pela T’Trans terão capacidade para 150 e
300 passageiros. A T’Trans tem prazo de seis meses a partir da assinatura do
contrato para, além da fabricação, executar os serviços de engenharia,
suprimentos, montagem, instalações e transporte.

O Aeromóvel a ser construído pela T’Trans obedecerá o protótipo desenvolvido
Grupo Coester, de São Leopoldo (RS) no ano passado
. O Aeromóvel é um tipo de
bonde que funciona em via elevada e utiliza propulsão pneumática - o ar é
soprado por ventiladores industriais de alta eficiência energética, por meio
de um duto localizado dentro da via elevada. O vento empurra uma aleta
semelhante a uma vela de barco fixada por uma haste ao veículo, que se
movimenta sobre rodas de aço em trilhos.

A T'Trans foi a única empresa que apresentou proposta para o fornecimento
dos veículos. Pelo projeto o Aeromóvel correrá sobre uma viga oca de
concreto, onde existe um êmbolo impulsionado por ar comprimido produzido por
estações fixas. O êmbolo é ligado ao veículo e faz com que ele se desloque.
A tecnologia foi tentada na Inglaterra e na França no final do século XIX,
sem sucesso.

Os veículos que serão construídos pela T’Trans terão dois modelos: A-100:
com 12,90m de comprimento e capacidade para 150 lugares; e A-200:com 24,20m
de comprimento e capacidade para 300 passageiros.

Criada em 1997 a partir de uma sociedade entre a PEM Engenharia e o
empresário Massimo Giavina-Bianchi. Em 1998 a T’Trans assumiu o controle da
Cia. Industrial Santa Matilde através de um “Contrato de Gestão
Profissionalizada”, homologado na Justiça do trabalho. As tentativas de
recuperar a companhia, uma das maiores do Brasil no setor metroferroviário
não tiveram sucesso e o período foi marcado por embates com o Sindicato dos
Ferroviários.

Em 2009 a T’Trans ampliou a fábrica de Três Rios em 5 mil/m², passando a ter
64.700/m² de área total, sendo 23.800 de área construída.

http://www.entreriosjornal.com.br

 
Só para situar o leitor , o aeromóvel não é invenção da T'trans, O Aeromóvel é um bondinho automatizado em via elevada de concepção inteiramente brasileira que utiliza um singular sistema[1] de propulsão pneumática, inventado por Oskar H.W. Coester. Que apesar do nome é brasileiro.
O projeto já existe a pelo ao menos 20 anos, e já existe a vários anos uma linha de teste de cerca de 1Km em Porto Alegre-RS, o sistema já foi montado também na indonéisa, para operação comercial.
O sistema proposto se finalmente sair do papel vai ligar a estação de trem Aeroporto da Trensurb, ao aeroporto que fica bem próximo mas não tem acesso fácil a partir da estação, principalmente para o passageiro típico que se dirige a um aeroporto, cheio de malas.
um sistema leve de baixa capacidade e elevada frequência, como esse é perfeito para esse tipo de aplicação.

O aeromóvel em serviço no exterior

Alguma referências interessantes para quem quiser conhecer mais uma invenção brasileira.


http://www.pucrs.br/aeromovel/index.php

http://www.mecanica.ufrgs.br/mmotor/aeromovel.htm



28/03/07 - CBTU Seminário discute Implantação de Aeromóvel

No Painel “Tendências Tecnológicas para Transporte Urbano: sobre trilhos,
sobre pneus e outras modalidades”, no Seminário “Porto Alegre nos Trilhos”,
dia 27 de março, o técnico aeronáutico e criador do Aeromóvel, Oskar Coester,
a questão urbana, desde a década de 1960, é muito complexa, em virtude dos
espaços físicos nas ruas e avenidas, da elevada emissão de gases poluentes e até
mesmo do peso dos veículos que trafegam, desde um simples carro popular até
ônibus articulados ou não. Desde então, ele iniciou o estudo de um projeto de
transporte público eficiente e de baixo impacto ambiental, utilizando a propulsão
a ar. Para tal, estabeleceu como condições básicas, que o sistema teria que ser
elevado ou subterrâneo e em via exclusiva, para não conflitar com o tráfego de
superfície; custo de implantação e operação extremamente baixo; seguro,
confortável, confiável e rápido; "ecologicamente correto"; deveria impactar e
perturbar o meio ambiente muito menos, do que qualquer sistema existente.
Na época não existia nenhum sistema com essas características. Em maio de
1977, ele testou um vagonete sobre trilhos carregado com sacos de areia. Em
1979, Jorge Franciscone, diretor da extinta EBTU (Empresa Brasileira de
Transporte Urbano), garantiu US$ 4 milhões para a construção da via
experimental em Porto Alegre, no Gasômetro, que passou a funcionar em
caráter experimental em 1983, testada várias vezes. Segundo Coester, hoje o seu
custo é quase dez vezes inferior do que para se instalar um metrô subterrâneo,
com a mesma capacidade de transporte.
O uso do Aeromóvel com esta tecnologia pode ser adotado, após estudos
técnicos, entre os quais a relação custo x benefício, como o número de usuários
a serem transportados, entre a Estação Aeroporto da Trensurb e o Aeroporto
Internacional Salgado Filho. “Conforme a extensão atual do trajeto entre o
metrô e o aeroporto, o deslocamento será feito em 70 segundos”, afirmou
Coester.
Linha Comercial
O Aeromóvel já está sendo utilizado, desde 1989, numa linha de 3,5
quilômetros, num parque de Jacarta (Indonésia), onde há centros de convenção,
prédios culturais e uma universidade. Até hoje é a única linha em operação
comercial no mundo, onde já transportou, sem falhas, mais de 14 milhões de
passageiros. Em 1980, foi utilizado em uma feira de Hannover, onde cerca de
nove mil pessoas foram transportadas. Atualmente, a meta é aplicar a tecnologia
em sistemas pequenos para mais adiante aplicar em sistema de transporte mais
longos e com um expressivo número de passageiros. Como exemplo, voltou a
citar o interesse da Trensurb, através do Ministério das Cidades.
28/03/07 -
1 de 2 21/2/2011 17:59
A construção do aeromóvel deverá ser em elevada, visando ter um custo de
implantação muito menor do que um sistema enterrado e evitar conflito com o
trânsito de superfície, o que conferiria total mobilidade, velocidade e segurança.
Baseado na engenharia de aviação, o veículo do sistema Aeromóvel tem quatro
vezes menos "peso morto" em relação à carga útil transportada, comparado com
qualquer vagão ferroviário. O sistema também dispensa a necessidade de
condutor e as manobras são feitas nas estações por controle remoto
computadorizado.
O Aeromóvel foi concebido para ser construído e implantado sem a necessidade
da importação de um único parafuso, portanto, beneficiando 100% a indústria
nacional — tanto a da construção civil, a metalúrgica, a eletroeletrônica, a de
autopeças e a mecânica, além da exportação, como já ficou demonstrado.
Fácil Implantação
Para a implantação do sistema Aeromóvel não é necessário realizar
desapropriações, portanto, pode ser levado facilmente a qualquer ponto das
cidades utilizando-se das áreas públicas já existentes. Essa é uma das grandes
ferramentas para a regeneração urbana. Como o sistema funciona acionado por
energia elétrica alternada e de baixa tensão, não é necessário, como no caso dos
trens e metrôs, a construção das caríssimas estações de rebaixamento de
voltagem e retificação de corrente, porque a simples utilização de motores
trifásicos, de até 200 CV, são suficientes nas estações de bombeamento de ar,
mesmo para os trechos de maior velocidade ou aclive. Estando as estações de
bombeamento de ar equipadas com geradores de emergência, o sistema não pára
em casos de apagão.
O Aeromóvel, literalmente, pode ser movido a vento em regiões propícias à
utilização da energia elétrica fornecida por geradores eólicos — que já são
produzidos no Brasil e exportados até para a Alemanha por uma empresa
instalada em Sorocaba (SP). Também pequenas hidroelétricas, biogás, gás
natural, o metano produzido por aterros sanitários, etc., podem ser utilizados
direta ou indiretamente para a sua propulsão.
Coester diz que o preço do transporte por passageiro, através do Aeromóvel,
fica até três vezes menor do que o pago em qualquer linha de ônibus que cumpre
o mesmo percurso.



domingo, 13 de fevereiro de 2011

Para quem está acostumado a viajar de marmita nos subúrbios, seguem algumas imagens dohotel sobre trilhos entre Rio e São Paulo.
Com cerca de 9h de viagem para ir e outras 9 para voltar era perfeito não só para turistas mas para quem tinha tarefas a cumprir em são paulo, poi se podia embarcar de manhã no rio ter uma excelente noite de sono o conforto a  bordo e chegar de  manhã no centro de são paulo pronto para trabalhar, sem necessidade de um hotel.


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ontem hoje e sempre

As fotos abaixo para olhos não acostumados com as ferrovias quer dizer nada ou muito pouco, mas para quem acompanha a história dos trilhos no Brasil elas marcam uma era.

Na primeira foto, ontem, vemos um vagão gaiola da RFFSA, provavelmente construído ainda naépoca da tração a vapor, quando se tranportavam animais pelas ferrovias e ainda em serviço com sua pintura vermelho-óxido da RFFSA que dominou as pátios durante quase 50 anos.
A sua esquerda o guindaste BURRO e uma plataforma quase tão antigos ou tão antigos quanto, mas já marcados com a identidade da sua operadora da era de privatização, ao fundo com a pintura já desgastada vagões comprados já na época da empresa privada, tantos anos depois.

 

Na segunda foto, hoje, a mesma prancha e vagão, trilhos sendo trocados, mas ao fundo os novíssimos vagões da RUMO comprados já visando as operados independentes, o futuro...

  Fotos feitas ontém em Itu-SP, por Fernando Da Silva Rodrigues

E assim SEMPRE segue a ferrovia e o Brasil se contruindo e destruindo ao mesmo tempo, as mesmas ferrovias abertas no império foram feitas politicamente e a baixo custo de tal forma a se tornaram anti-econômicas e acabaram por isso. A mesma RFFSA que dieselinizou as ferrovias, criou os projetos de transporte de granéis, uniu malhas, construiu sistemas metropolitanos, desativou praticamente metade da quilometragem das estradas de ferro no Brasil, e acabou com os trens de passageiros e com a diversidade da carga tranportada. E agora as operadoras privadas que renovam seus equipamentos e recuperam parte do que foi perdido pelha velha RFFSA mas continuam a eliminar linhas e rejeitam de toda forma qualquer iniciativa para transporte de passageiros além de manter muitos dos vícios da RFFSA.

Mas sempre há algo que sobrevive a estes ciclos, tal como estes vagões a Central do Brasil, ou a linha entre Curitiba e Paranaguá. E que estes vagões estejam no sempre!