sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ibicuí e os trens da Central

Carregamento de banana no trem da central em Ibicuí.

Fotos de Ibicuí e a ferrovia por lá na década de 40:
http://ibicuifotos.blogspot.com/2011/08/comeco-escrever-este-blog-lembrando-dos_25.html#comment-form

Para quem quiser saber sobre a EFCB, o ramal de Mangaratiba, e a ferrovia em ibicuí.
http://www.estacoesferroviarias.com.br/efcb_rj_mangaratiba/ibicui.htm


Mudanças na ANTT ? Só em fevereiro!!

SENADO FEDERAL

COMISSÕES / INFRAESTRUTURA

22/12/2011 - 11h53

Comissão fará audiência em fevereiro antes de decidir sobre recondução de Diretor-Geral da ANTT

A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) realizará audiência pública em fevereiro antes de decidir sobre a recondução de Bernardo José Figueiredo Gonçalves de Oliveira ao cargo de Diretor-Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Nessa audiência,
serão ouvidos procuradores federais que representaram contra Gonçalves  de Oliveira junto ao tribunal de Contas da União (TCU), após investigarem sua atuação à frente do órgão. Ele é acusado de omissão no papel de fiscalizador das concessionárias de linhas férreas e de contribuir para a dilapidação do patrimônio da antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA), entre outros fatos.

O autor do pedido de audiência foi o senador Roberto Requião
(PMDB-PR), que se manifestou contra a recondução do atual diretor. Requião entregou à comissão documentos relacionados às denúncias, inclusive cópia da representação do Ministério Público Federal. 
O processo sobre a indicação presidencial foi o primeiro tema da pauta da reunião da CI esta manhã. Requião falou logo depois que o senador Lindergh Farias leu o relatório com as informações sobre currículo e qualificações do indicado. Houve em seguida pedido de vista, para a retomada do exame em fevereiro.

Mais informações a seguir

Da Redação / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Assuntos Relacionados: Infraestrutura , Justiça , Ministério Público ,
Transportes

Exposição fotográfica da Transnordestina receberá R$ 2,6 milhões

Cacete, só eu tô vendo um grande roubo com lavagem de dinheiro aí?

22/12/2011 às 14:35h

O Ministério da Cultura vai despejar R$ 2,6 milhões na exposição fotográfica
TransNordeste, idealizado pela ONG paulista ARX Gestão Cultural.
A exposição conterá fotos de todas as 16 cidades dos estados que fazem parte
do percurso da ferrovia Transnordestina (Ceará, Piauí e Pernambuco).
De acordo com o projeto, a exposição receberá R$ 2.645.237 e será
apresentada no Pavilhão das Culturas Brasileiras, em São Paulo, em 2012.

http://180graus
com/aquiles-nairo/exposicao-fotografica-da-transnordestina-recebera-r-26-milh
es-482879.html

A bruxa tá solta na MRS

Trecho em Minas ficou 3 dias fechado.

As fortes e incessantes chuvas que continuam castigando o Estado durante
esta semana geraram prejuízos ainda não contabilizados para a MRS Logística
no Estado. De acordo com a empresa, 80 trens que circulam pela ferrovia que
liga Jeceaba (Campos das Vertentes) a Belo Horizonte ficaram sem operar de
segunda-feira até a metade do expediente da última quinta-feira.

Cada composição carrega, em média, 13 mil toneladas de minério diariamente,
o que significa que a companhia deixou de transportar mais de um milhão de
toneladas por dia e cerca de 3,5 milhões de toneladas do insumo durante o
período de paralisação, que totalizou três dias e meio.

Apesar de já ter voltado a operar, a empresa ainda não atingiu a plena
capacidade de fluxo no trecho. Segundo informou a assessoria de imprensa,
até agora 80% das atividades foram retomadas. Além disso, a MRS está
realizando intervenções na linha férrea para consertar os estragos causados
pelos temporais e aprimorar a infraestrutura para que a malha possa resistir
a todo o período chuvoso.

A empresa informou também que, por conta das enchentes e alagamentos que
assolaram os municípios da região, estão sendo alocados recursos para a
disponibilização de caminhões-pipa e doações de cestas básicas e kits de
higiene e limpeza para a população das cidades de Brumadinho e Belo Vale.

Conforme a empresa já havia informado, será implantado um plano emergencial
para evitar prejuízos aos clientes para os quais são transportadas cargas em
Minas Gerais. Entre os setores de mineração e siderurgia estão a Vale S/A, a
Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a Usiminas, a ArcelorMittal, a MMX, a
Gerdau, a Vallourec & Mannesmann, a Votorantim Metais e a VSB.

Problemas - A companhia também está enfrentando problemas com relação ao mau
tempo no Estado de São Paulo. Os trens da empresa voltaram a operar depois
de 12 dias de interdição imposta pela Defesa Civil da prefeitura paulista em
função do risco de desabamento de um edifício próximo à linha, que é
propriedade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

A paralisação afetou o transporte de diversas cargas, entre elas o minério
de bauxita enviado à fábrica de alumínio da Votorantim Metais, em Sorocaba
(SP); aço da CSN, transportado para o Sul do Brasil; além de outros
materiais como areia e enxofre.

Diário do Comércio - MG

Reativação do trem depende de convênio


Tribuna de Petrópolis
Domingo, 08 Janerio 2012 11:00
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Áreas da antiga linha férrea foram invadidas e estão ocupadas por casas.
Foto do viaduto da grota funda / Alexandre Carius
O projeto de reativação da linha Férrea Príncipe do Grão Pará continua sendo analisado pela Secretaria Estadual de Obras. A informação é do governo municipal, o qual aguarda o agendamento da assinatura do Acordo de Cooperação Técnica – ACT, que será feito ainda pela Prefeitura de Magé.
Cerca de 150 famílias, cujas residências foram construídas próximas à linha do trem, devem ser realocadas pelas duas prefeituras. Antes, porém, será feito um cadastramento. Segundo a prefeitura municipal, após a assinatura do ACT, será formado um grupo de trabalho, o qual irá reunir representantes das secretarias estaduais e das duas prefeituras envolvidas, que ficarão responsáveis por estudos e projetos técnicos para a reativação da linha.
A via férrea, que liga a Vila Inhomirim, em Magé, ao Alto da Serra, foi inaugurada em fevereiro de 1883 e desativada 81 anos depois, em 1964. Mas, a sua reinstalação se dará graças ao projeto de lei nº 2736/2009, do deputado estadual João Pedro Figueira ( DEM-RJ ). O texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa como de relevante interesse turístico e econômico para o Rio de Janeiro. O custo estimado da reativação da Ferrovia é de R$ 62 milhões.
A extensão de toda ferrovia é de 55 quilômetros, sendo 49 da antiga Estrada de Ferro Mauá, que vai da Leopoldina à Vila Inhomirim – e que precisa ser recuperada – mais os seis do plano inclinado da Serra da Estrela até Petrópolis, que não tem sequer trilhos.
No entanto, enquanto a PMP aguarda a assinatura do ACT, o município de Magé saiu na frente. Segundo Antônio Pastori, lá já está sendo feito o cadastramento das famílias que estão na área de risco próximas à linha do trem e que devem ser removidas.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Depois de tombar o bonde


Meses atrás, alguém viu alguma coisa ser feita? Além de o próprio estado do RJ ter autorizados a prefeitura de São Gonçalo a construir na faixa de domínio da ferrovia?
Pois é, enquanto rola a pirotecnia das UPAs, UPPs e PQPs do estado, o governo vai dilacerando o que restou dos transportes públicos no estado.
Após o terrível acidente dos bondes em Santa Teresa, o governo estadual acionou sua máquina de imprensa e largou notícias na imprensa anunciando maravilhas para o transporte.
Pois bem, ao contrário do estado, nossa memória está ativa.


06/09/2011 14h30 - Atualizado em 06/09/2011 14h34
Metrô ligará Niterói a Itaboraí até 2014, diz governo do RJ


Do G1 RJ


O governo do RJ informou nesta terça-feira (6) que a Linha 3 do metrô, que
passará por Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio,
será construída até 2014. Segundo o governo, a linha – que vai se tornar a
primeira ligação intermunicipal do metrô no estado – vai beneficiar uma
população de 1,7 milhão de habitantes da região e terá capacidade para
transportar 350 mil passageiros por dia.


O trajeto completo, com 37 quilômetros e 16 estações, será dividido em dois
trechos: o primeiro, que liga Niterói a São Gonçalo, e o segundo, que segue
até Itaboraí, com uma parte feita por rodovia. E o investimento será de
cerca de R$ 1,2 bilhão, sendo R$ 400 milhões da Petrobras.


“Já adequamos a obra ao que o Tribunal de Contas da União pediu e já
entregamos também as exigências de contrapartidas financeiras do estado.
Acredito que iniciaremos as obras até o final do ano”, afirmou o
vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão.


De acordo com o governo do RJ, a primeira estação, a Araribóia, no centro
de Niterói, terá cerca de 24 mil metros quadrados e vai integrar barcas,
metrô e ônibus, tornando-se “a maior estação intermodal do Brasil e a
primeira a integrar uma estação hidroviária”. Já para a Estação Barreto, a
terceira do percurso, a antiga estação ferroviária será revitalizada.


No primeiro trecho da Linha 3, entre as estações Araribóia e Alcântara, em
São Gonçalo, o metrô seguirá por um elevado, passando pelas alças de acesso
da Ponte Rio-Niterói. De acordo com o governo do RJ, a construção em via
elevada é mais barata do que a feita por dentro de túneis. Já de Alcântara
até a Estação Guaxindiba, o trajeto será feito no nível do chão, pela
superfície.


A partir daí, será construída uma rodovia que servirá de extensão dos trilhos, até Visconde de Itaboraí. A Estação Vila Laje será a primeira de São Gonçalo. Já a última estação do trajeto, a Guaxindiba, será construída nas imediações da BR-101 Norte, e atenderá aos moradores de Itaboraí, Tanguá, Rio Bonito, Cachoeiras de Macacu e Magé.

Refrescando a memória


" É sempre uma simples questão de atrair as pessoas, quer seja uma democracia, ou uma ditadura fascista, ou um parlamento, ou um ditadura comunista. Proclamando ou não, as pessoas podem sempre ser trazidas para o comando dos líderes. Isto é fácil. Tudo que você tem que fazer é dizer que elas estão sendo atacadas, e censurar os pacifistas por falta de patriotismo e de exporem o país ao perigo. Isto funciona do mesmo modo em todos os países. "

Meses atrás após um terrível acidente, os bondes de santa teresa foram suprimidos, resistiram ma mais de um século de operação mas não resistiram auma quadrilha aparelhada no governo, liderada por corruptos neo-liberais.
O estado transformou a discussão sobre uma alternativa de transporte em uma questão de "velho contra novo" usando de propaganda de massa para desviar a atenção de sua podridão.

Vejam só o exemplo disso:

MENTIRAS OFICIAIS, REPETIDAS DE FORMA INCANSÁVEL PELO GOVERNADOR SÉRGIO
CABRAL E PELO SECRETÁRIO JÚLIO LOPES:


1) Os bondes precisam ser modernizados: MENTIRA
O sistema de bondes de Santa Teresa funciona há 115 anos e a história
evidencia que os problemas de maior gravidade sempre estiveram ligados à
falta de manutenção e ao abandono do poder público.
A aventura tecnológica de transformação dos bondinhos em protótipos de VLT
mostrou-se um fracasso, cujos resultados foram inúmeros acidentes de menor
proporção e incidentes (devidamente ocultados pela CENTRAL e pela Secretaria
de Transportes), poluição sonora, instabilidade nas curvas, passageiros
feridos e morte da Profª Andréa de Jesus Rezende.
O próprio Secretário Júlio Lopes admitiu à imprensa que o processo de
“modernização” foi interrompido em função dos inúmeros e recorrentes
problemas apresentados pelos “modernizados”. Até hoje a T’TRANS não entregou
os 14 bondes previstos em contrato. Onde está o dinheiro?
A T’TRANS deu apenas 1 (um) ano de garantia. A transferência de tecnologia e
o treinamento dos funcionários da oficina dos bondes foi precário. A
manutenção dos bondes-VLT, também conhecidos como Franksteins, é
incrivelmente mais onerosa do que a manutenção dos bondes tradicionais.
Para diminuir o barulho causado pelos franksteins nas curvas, é necessário
comprar uma cêra, cuja lata custa mais de R$ 500,00 e nem sempre há verba
disponível para essa finalidade.
Os bondes são tombados e o tombamento não abrange apenas sua aparência
“bucólica” ou “pitoresca” como imaginam alguns, ou como propagam
levianamente outros. O decreto de tombamento abrange o sistema como um todo.
Qualquer alteração, inclusiva modernização, deve ser precedida de revisão do
decreto de tombamento. Não basta aprovação dos órgãos de patrimônio (IPHAN e
INEPAC), pois a atuação destes não pode se sobrepor à lei.

2) Os bondes serão municipalizados: MENTIRA
O Sistema de Bondes de Santa Teresa é uma modalidade de transporte de
interesse local que acabou ficando com o Estado na época da fusão do Estado
da Guanabara. A municipalização é importante. Com ela, os usuários do
serviço teriam melhores condições de cobrar da Prefeitura a manutenção,
conservação e bom funcionamento, que poderia ser desenvolvido conjuntamente
com os demais órgãos municipais de ordenação do trânsito. A Câmara Municipal
por meio dos vereadores, poderia melhor servir aos interesses da população
fiscalizando a atuação do Poder Executivo na gestão do sistema.
Entretanto, ao declarar que os bondes seriam municipalizados, o Governador
Sérgio Cabral estava mentindo. É de conhecimento público que o Governador
manipula declarações conforme suas conveniências. À época do acidente que
matou a Profª. Andréa, declarou que iria municipalizar os bondes,
aparentemente transferindo a responsabilidade para o Prefeito Eduardo Paes.
O Prefeito, com a habitual submissão ao “chefe”, jamais esboçou uma única
palavra sobre o assunto, jamais moveu uma palha para viabilizar a
municipalização, mas aceitou calado a declaração, para ajudar Cabral a
desviar o foco. Lamentavelmente, a imprensa de modo geral entregou-se a esse
“jogo de empurra”, reproduzindo de forma subserviente a declaração do
Governador, até que a mobilização popular e o clamor público sobre o
assunto se dissipassem.

3) Não há verba para manutenção: MENTIRA
Ainda no Governo de Rosângela Garotinho o Banco Mundial disponibilizou 22
milhões para serem aplicados na recuperação do Sistema de Bondes.
Desse valor, mais de 14 milhões foram destinados à aventura tecnológica
fracassada de transformação dos bondes tombados em VLT. A empresa T’TRANS
foi agraciada com esse contrato (julgado ilegal pelo TCE-RJ), para promover
modificações ilegais nos bondes tradicionais, ao custo unitário de mais de
R$ 1 milhão por veículo, ao passo que a recuperação integral de um bondinho
tradicional custava, à época, cerca de R$ 300.000,00.
Até hoje o Governo do Estado/Secretaria de Transportes e a CENTRAL não
prestaram contas de forma transparente sobre a aplicação da verba
disponibilizada pelo BID, nem apresentaram o cronograma de execução do
contrato ilegal firmado com a T’TRANS.
A CENTRAL, que administra o Sistema de Bondes, sofre execuções em âmbito
trabalhista e fiscal por razões que nada têm a ver com os bondes. Tratam-se
de centenas de processos e um imenso passivo jurídico oriundo da rede
ferroviária estadual. Há inúmeras formas de resolver essa situação; uma das
possibilidades seria individualizar o patrimônio do SBST e alocá-lo em uma
empresa pública voltada unicamente para a gestão do serviço. O Governo do RJ
jamais moveu uma palha para modificar esse quadro.

4) Não há peças de reposição no mercado: MENTIRA
Os trabalhadores da oficina dos bondes e a população de Santa Teresa que
utiliza o serviço há décadas sabem que existem fornecedores de peças no
mercado, têm o contato desses fornecedores e já chegaram inclusive a
organizar compra simbólica de peças para doação pública à oficina, como ato
de protesto pelo abandono.

5) Os passageiros andam no estribo porque gostam, por tradição ou porque é
cultural : MENTIRA
Os passageiros andam no estribo porque não há bondes suficientes em
circulação.
Ao contrário do que o Governador e o Secretário de Transportes repetem, o
bonde, apesar de símbolo da cidade, não é um mero equipamento turístico.
Embora atenda turistas, trata-se de um meio de transporte utilizado pela
população de Santa Teresa. A população depende e precisa do transporte por
bondes.
O transporte no estribo é tolerado de forma vil pelo Governo do
Estado/Secretaria de Transportes e CENTRAL, que, incapazes de lidar com as
consequências do abandono, agem permissivamente e fecham os olhos para os
riscos, para não agravarem a revolta da população.
A omissão e a permissividade é tão verdade que só agora, após a queda do
turista francês, foram colocadas placas pelo bairro alertando para o risco
de viajar no estribo. Estas placas não tem nenhuma serventia além de
poluição visual, pois enquanto houver tolerância e enquanto não houver
bondes suficientes para atender a demanda, as pessoas continuarão se
arriscando.

6) A superlotação nesse acidente foi um fato isolado e será devidamente
apurada: MENTIRA
A superlotação é um problema habitual, que tem se agravado nos últimos anos,
o que sempre foi de conhecimento da Secretaria de Transportes e da Central
Logística.
Compreender o problema é uma questão de Física: a superlotação ocorre porque
não há bondes suficientes para atender a demanda.
Se o Secretário Júlio Lopes foi “surpreendido” pela superlotação, das duas
uma: ou é incompetente, e deve ser exonerado por desconhecer a realidade do
sistema de transporte vinculado a sua pasta, ou é irresponsável, e deve ser
exonerado por fechar os olhos para o problema da superlotação , tolerar que
as pessoas viajassem em bondes lotados e aplicar a verba de recuperação dos
bondes em uma aventura tecnológica.

7) A responsabilidade por este acidente teria sido do motorneiro Nelson –
MENTIRA E COVARDIA
Ao utilizar a estratégia vil de manipular os fatos e as palavras para
transferir a responsabilidade para o motorneiro morto, tão vítima quanto os
demais passageiros, o Secretário de Transportes Júlio Lopes mostra bem o
caráter e a postura de desprezo pela vida e pela dignidade das pessoas.
Em matéria publicada pelo Jornal Extra, a versão falaciosa apresentada pelo
Secretário começa a ser desmentida pelo Engenheiro da CENTRAL, Cia. que
administra o sistema de bondes, o qual informa fato que muitos moradores do
bairro já tinham tomado conhecimento: a batida com um ônibus muito antes do
acidente foi um pequeno incidente que danificou apenas o balaústre, peça de
madeira utilizada para segurar com as mãos e subir no bonde. Jamais poderia,
um fato como este, comprometer o sistema de freios, a menos que houvesse
falta de manutenção ou utilização de sapatas de baixa qualidade ou já gastas
o suficiente.

8) A culpa foi da modernização: MENTIRA
 A T'Trans possuía um contrato para anutenção dos bondes não modernizados, contrato firmado após o escândalo da modernização e cancelado na surdina após o último acidente.
A frota de bondes não modernizados dispunha de apenas 1 bonde operacional do total de 14.
Se a mannutenção da T'trans era competente o suficiente, porque apenas 1 bonde conseguia ser mantido operacional?
Se havia necessidade de modernização, porque a T'Trans tinha um contrato de manutenção?

OUTRAS MENTIRAS OFICIAS SERÃO ACRESCENTADAS.

http://amast.org.br/2011/08/29/mentiras-oficiais-repetidas-jamais-se-tornarao-verdades/

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Vice-presidente da Aenfer concede entrevista sobre o marco regulatório

Leia a natéria produzida em Brasília pela Rádio Câmara.
 
As comissões de Desenvolvimento Econômico e de Viação e Transportes querem discutir um novo marco regulatório para o setor ferroviário. Em audiência pública, as comissões vão debater as resoluções publicadas em 2011 pela Agência Nacional dos Transportes Terrestres, ANTT, e conhecer as sugestões recebidas em consultas públicas sobre outros regulamentos realizados em 2010.
 
Segundo o Deputado dr. Ubiati, do PSB de São Paulo, há ainda muitos problemas no setor, e os parlamentares querem ouvir sugestões e propor sugestões para tornar o sistema ferroviário mais moderno e seguro.
 
´´Há muita reclamação quanto ao transporte de carga, que eventualmente as empresas detentoras dessas concessões estão usando para apenas alguns clientes, limitando isso para outros´´.
 
Segundo a Vice-Presidente da Associação de Engenheiros Ferroviários. Isabel Cristina Pinheiro, dos 28 mil km de ferrovias privatizadas desde 1996, oito mil estão abandonadas pelas concessionárias.
 
´´O modelo previa que as concessionárias (...) teriam que levar os trechos mais rentáveis e também os não rentáveis, ou de transporte de cunho social só que elas abandonaram os trechos em que não há interesse e só estão operando no que elas têm interesse´´.
 
De fato segundo nota da ANTP, apenas 10 mil km de ferrovias licitadas estão em uso, e a Agência quer criar as condições para que os trechos subutilizados sejam retomados ou devolvidos à União.
 
Isabel Junqueira afirma que o monopólio no setor é outro problema que a nova legislação. Uma das resoluções da ANTP quer reduzir esta concentração ao permitir que um cliente use trem próprio para transportar sua carga, pagando apenas pelo direito de passagem na linha da concessionária. As novas regras garante também uma concessionária passe nas linhas da outra sem ter que trocar de trem.
 
O requerimento de audiência pública sobre o novo marco regulatório para o setor ferroviário acada de ser aprovado na Comissão de Desenvolvimento, que esperar  realizar o encontro ainda este ano.
Fonte: Rádio Câmara, 28/11/2011. Ouça entrevista em: www.camara.gov.br/internet/radiocamara.´´
 
Jornal AEFER, no 144, 12/2011
 
Comentários:
 
1) Desde o início as ferrovias foram reguladas no Brasil pelos Regulamento da Segurança, Polícia e Tráfego e pelo Regulamento Geral dos Transportes e respectivos contratos de concessão. Com a privatização isto parece foi ignorado e se passou ao edital, às licitações e contratos de concessão;
 
2) Transportes de passageiros na RFFSA e grande parte de sua rede estava extinta. A licitação foi tão somente ao transporte de carga. Não se estabeleceu que tivesse que continuar a atende-lo como antes se fazia. Se estabeleceu um serviço só para determinados clientes, deixando pois de ser público; não consta obrigação de ´´cunho social´´.
 
3) As concessionárias estão obrigadas a preservar nas condições recebidas somente os bens por elas recebidos da União; quanto as demais nenhuma obrigação teriam; não têm também a obrigação de mater tráfego em toda sua extenção;
 
4) O tráfego mútuo é uma antiquíssima obrigação das ferrovias, mas não de trafegar em suas vias trens ou material rodante de terceiros. A CVRD ainda estatal nunca aceitou sequer os vagões da EFL, de mesma bitola por ela trafegassem e tão pouco os seus eram aceitos na EFL. Fazia-se o transbordo entre vagões de ambas, até a padronização dos sistemas de engate por força de lei federal após a segunda guerra e a criação da RFFSA em 1957.

5) Os bens da União não recebidos pelas concessionárias continuam sob a gaudar e proteção de Secretaria do Patrimônio da União e devidamente abandonados, sujeitos a toda forma de danos.
 
Luiz Carlos/MPmemória. e Victor a Silva/AFPF.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Linha auxiliar pode ser usada como ferrovia escola

Paraíba do Sul se prepara para ser a cidade da ferrovia
Autor: Luana Lazarini

Com a chegada da MRS Logística em Paraíba do Sul no próximo ano, resultando

na construção da maior oficina de trens da América Latina, o município se
prepara para se tornar a cidade da ferrovia. Visando qualificar
profissionais para trabalhar na empresa e em outros segmentos do mercado
ferroviário, uma universidade com ênfase em ferrovia será inaugurada no dia
10 de fevereiro de 2012 em Paraíba do Sul: a UniCepefer .

Com um investimento de aproximadamente R$ 1 milhão, a instituição

funcionará no Colégio Sul Fluminense. De acordo com o diretor executivo da
Cepefer, o engenheiro Manoel Mendes, todas as salas de aulas estão sendo
reformadas e equipadas com aparelhos de alta tecnologia. “Nosso intuito é
fazer da universidade uma escola de primeiro mundo”, declarou Manoel Mendes.

O Centro de Estudos e Pesquisas Ferroviárias foi fundado em 2005 e nesses

seis anos já formou mais de 1.500 engenheiros ferroviários. A princípio, o
Cepefer de Paraíba do Sul irá oferecer 20 cursos técnicos e cinco cursos de
graduação: transporte ferroviário de cargas, transporte ferroviário de
passageiros, logística de transporte, gestão industrial e gestão de pequenas
e médias empresas.

Através de uma parceria com o governo municipal, 10% dos alunos terão

direito à bolsa integral. Para o secretário de Indústria e Comércio, Márcio
Simões de Assis, a chegada da UniCepefer em Paraíba do Sul representa um
marco para a cidade e para a região Centro Sul Fluminense.

“O transporte ferroviário tem se mostrado uma importante alternativa para

desafogar as rodovias e os aeroportos. No entanto, não há mão de obra
qualificada para trabalhar nas ferrovias. Nosso intuito é formar
profissionais capacitados para atuar em grandes empresas deste setor, como a
MRS e a Vale”, revelou o secretário de Indústria e Comércio de Paraíba do
Sul.

De acordo com o engenheiro Manoel Mendes, a previsão é que o modal

ferroviário brasileiro, que hoje está em 25%, seja de 35% até o ano de 2025.
“O investimento tanto do setor privado quanto do governo federal no
transporte ferroviário cresceu consideravelmente nos últimos dez anos.
Grandes ferrovias, como a Transnordestina e a Norte-Sul, estão sendo
construídas no Brasil”, afirmou.

Ainda segundo o engenheiro ferroviário, o Brasil ainda é um país

rodoviarista, em que as pessoas vêem os trens como um veículo velho,
antiquado. “O brasileiro tem esse paradigma. Mas não faz sentido, por
exemplo, transportar cargas de Porto Alegre a Manaus de caminhão. Este tipo
de transporte é para curtas distâncias. O trem é para distâncias maiores”,
destacou Manoel Mendes, acrescentando que para os países do primeiro mundo a
ferrovia é sinônimo de desenvolvimento”, disse Manoel Mendes.

A primeira Ferrovia Escola do Brasil


O conteúdo adquirido nas salas de aulas da UniCepefer será praticado na

Estação de Paraíba do Sul, que funcionará como a primeira Ferrovia Escola do
país. “Os profissionais sairão da universidade altamente preparados para
entrar no mercado ferroviário. No curso de maquinistas, por exemplo,
utilizaremos tecnologias que simulam todas as situações que podem ser
encontradas por aqueles que pilotam uma locomotiva”, declarou o diretor
executivo da Cepefer, Manoel Mendes.

O trecho de 14 km, além de servir como um laboratório para os alunos, será
um local onde as empresas ferroviárias poderão testar seus novos produtos. A
escolha do local se deve ao fato da Estação de Paraíba do Sul ser um dos
poucos lugares do Brasil que oferece um trecho de ferrovia sem fins
comerciais.


Conforme o secretário de Indústria e Comércio, Márcio Simões de Assis, a

tradicional Maria Fumaça continuará existindo como um meio de atividade
turística. “Acreditamos que essas atividades em torno da ferrovia irão
revitalizar a economia de Paraíba do Sul”, destacou.

http://entreriosjornal.com.br/noticia/24230-paraiba-do-sul-se-prepara-para-ser-a-cidade-da-ferrovia



Uma boa forma de você treinar novos maquinistas numa linha exclusiva, sem se preocupar com horário riscos envolvendo outros trens e mais.
O candidato já que sair da ferrovia escola com uma noção razoável do que é conduzir um trem e depois vai apenas passar por digamos, uma "especialização" da ferrovia que o contratar. 

O mais interessante é que isso me parece ser uma boa parceria para rachar os custos de manutenção da via entre a "universidade" e o trem turístico de Paraíba do Sul (trem da estrada Real).



Acima material rodante do trem da estrada Real, que deve ser utilizado 
pela prefeitura de Paraíba do Sul no projeto

Estação de Werneck, uma das estações do trecho Cavaru- Três Rios, do trem da estrada real.

Traçado aproximado do trecho da linha auxiliar usado no trem da etrada real.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Beleza Catarinense



Um documentário sobre a ferrovia Teresa Cristina na decada de 70 filmado por David Corbitt, o raro video mostra as locomitvas a vapor da época, pesadas texas e santa fé carregando o carvão das minas para o porto de Imbituba - SC e a termoelétrica.

A EFDTC é uma ferrrovia de bitola métrica localizada no sul de Santa Catarina. A ferrovia foi dieselizada apenas na década de 90, foi a última ferrovia brasileira a utilizar tração a vapor regular.

Embora tenha sido em parte desmantelada a frota a vapor ainda hoje opera alguns trens turísticos, e há rumores sobre algumas máquina a vapor em serviços de manobra na EFDTC de hoje, lembrando que a EFDTC foi junto com as demais regionais da RFFSA privatizada na segunda metade da década de 90, o fato da concessionária FTC ainda usar mesmo que limitadamente a tração a vapor, me deixa ainda mais maravilhado com esse engenho e sua capacidade. Quem sabe um dia ainda não teremos vaporas modernas operando novamente?

Uma das frases iniciais do documentário é "esta não é uma ferrovia de república das bananas, são as mais poderosas locomotivas a vapor não articuladas de bitola métrica já construídas". Interessante uma ferrovia nacional como a EFDTC, tão importante e tão rara, ter sua história melhor registrada por um estrangeiro...

O vídeo é em inglês, se alguma boa alma se interessar em obter legendas agradeço, se você possui banda larga recomendo fazer uma lista de reprodução e assistir na maior resolução disponível.




















































































































quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Um fim digno




Porciúncula tem posse da antiga estação
por Luiz Carlos Martins Pinheiro*

A Prefeitura de Porciúncula, no noroeste Fluminense, conseguiu o título de
posse do prédio da antiga estação ferroviária, que abriga hoje a Secretaria
Municipal de Cultura, o Centro Cultural Dr. Edésio Barbosa da Silva, a
Biblioteca Pública e o Centro de Inclusão Digital.

Em 1989, o município adquiriu o prédio, que estava abandonado. Após ampla
reforma, foi transformado em Centro Cultural e Biblioteca Pública. Porém, o
Município só possuía um Termo de Cessão de Direitos, fornecido pela Rede
Ferroviária Federal.

Ciente da situação, a secretária municipal de Cultura, Eloiza Morucci, no
atual mandato do prefeito Antônio Jogaib, mobilizou sua equipe, tomou as
providências e conseguiu a legalização do imóvel junto à Secretaria do
Patrimônio da União, o que possibilitou o registro definitivo em cartório do
título de posse do imóvel em nome do Município.

- O prédio do Centro Cultural já era nosso, de fato. Agora, passa a ser
nosso por direito. Estamos felizes e realizados com mais esta importante
conquista para a cultura de Porciúncula - afirmou a secretária.

O prefeito Antonio Jogaib relembrou o início deste processo de
desapropriação e aquisição do prédio, em 1989, quando também era o prefeito
do município, e se considera agraciado por estar novamente ocupando o cargo
no momento em que o prédio passa a integrar definitivamente o patrimônio
municipal.

- Sensibilizado com a questão e preocupado com a possível destruição de tão
importante bem histórico-cultural, abracei imediatamente a causa, agindo
para que o prédio se tornasse posse do município. Hoje, a conquista do
título representa a concretização deste projeto - disse o prefeito.



Paralelamente à confirmação do título de posse do prédio, a Secretaria de
Cultura porciunculense continua trabalhando em novas frentes. Assim que,
através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Cultural dos Municípios do
Estado do Rio de Janeiro (Padec), com apoio da Secretaria de Estado de
Cultura, está prestes a apresentar mais uma conquista, com a informatização
e climatização do Centro Cultural, que tem se firmado como importante espaço
de promoção da cultura, memória, preservação patrimonial e histórica e
promoção de eventos de Porciúncula.



A antiga estação de trens
A circulação das locomotivas na Estação Ferroviária de Porciúncula cessou
em 1979, época em que o prédio passou a ser utilizado como bar e até sede de
partidos políticos.

Exatamente dez anos depois disso, havia rumores de que a ex-estação
ferroviária seria destruída para a construção de uma praça no local. Assim
que, em 1989, o ex-ferroviário Olavo Pinto de Abreu, inconformado com a
possibilidade de destruição do local, procurou o então prefeito Antônio
Jogaib, sugerindo-lhe a compra do imóvel pelo Município.

A aquisição do imóvel foi concretizada em agosto de 1989 e, já no mês
seguinte, foi assinada a Lei 1.022/89, desapropriando o prédio para a
instalação de serviços públicos, como biblioteca, museu e outros de
interesse da municipalidade.´´

Canal Imprensa
Parabéns a Poricuncula por um final tão feliz e enriquecedor do patrômio
histórico da antiga Santo Antônio do Carangola, do Noroeste Fluminense e do
Estado do Rio de Janeiro. Foi a estação que acabou lhe denominando
Porciúncula, quando seu povo, bravamente, a conquistou em 1887, da mineira
Leopoldina.

*Luiz Carlos Martins Pinheiro é Engenheiro, Escritor e Historiador
http://carlosferreirajf.blogspot.com/





http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_mg_manhuacu/porciuncula.htm

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

MRS conclui obras de novo túnel na Ferrovia do Aço




09/11/2011

A MRS concluiu, no município de Jeceaba (MG), mais uma obra estratégica

dentro dos planos de expansão de sua capacidade de transporte. O túnel T 70
B, o primeiro construído pela Empresa
, é uma duplicação do já existente túnel 70. Com extensão de 865 metros, permitirá a eliminação do gargalo
operacional neste trecho onde ocorre a confluência de trens que seguem para o carregamento nos Terminais do Andaime, Pires e Itacolomi e de composições carregadas oriundas de Alberto Flores, Sarzedo, Sarzedo Novo, Olhos D'Água, Casa de Pedra, Barreiro e Joaquim Murtinho.

"Naquele trecho da Ferrovia do Aço há fluxo de trens nos dois sentidos,

especialmente de composições carregadas de minério exportação e carga geral
oriundas de Belo Horizonte", afirma Alessandro Nasser, Gerente Geral de
Infraestrutura. Ele explica que o túnel T70 faz parte de um projeto mais
amplo, a Alça Dupla do P1-07, que contempla também a construção de uma ponte
ferroviária próximo à estação de Jeceaba, 3,1 quilômetros de linhas até o P1
-07, com sete AMVs, até dezembro de 2011, e a instalação do sistema de
sinalização eletrônica, a cargo do Projeto CBTC, no primeiro trimestre de
2012. Além do túnel, já foi concluída a retirada de interferências do trecho
tais como postes, cabos de sinalização, de energia elétrica e de fibras
ópticas.

Diretor Comercial da MRS, Sérgio Garcia, avalia a importância deste projeto

para a Companhia. "Desde o fim da última crise, crescemos quase 20% e há
muitos projetos de mineração à beira da nossa linha, assim como a nossa
ambição de crescer no segmento de carga geral. Este investimento é parte
importante de nosso plano de crescimento e remove um gargalo que poderia ser
limitante para nossa capacidade de atendimento futura."

Previsto no Plano Diretor da Empresa, o T70 teve custo da ordem de R$ 30

milhões, e foi construído pela J. Dantas, empreiteira de Belo Horizonte, com
o gerenciamento e fiscalização da Concremat, a partir do projeto elaborado
pela Vetec e coordenado pela Gerência de Infraestrutura.

http://www.mrs.com.br/interna.php?nomPagina=noticias/files/detalhes.php?cod_noticia=2203&%20IdSecao=8


É uma notícia importante, normalmente as operadoras não tem feito grandes investimentos em via permanente, a excessão da MRS que já duplicou cerca de 100Km d linha no RJ e agora acredito ter feito algo que nenhuma das ferrovia privatizada fez, um túnel. É um sinal de que haverá longos e prósperos anos pela frente.

Note-se que aos poucos a necessidade de duplicação da ferrovia do aço, conforme seu projeto original vai aparecendo.