sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Angra Agora vai , de novo?!

Ferrovia Centro-Atlântica será reaberta em Angra? Atualização da postagem
http://parahdiario.blogspot.com/2010/07/angra-dos-reis-agora-vai.html


12/08/2010 - Diário do Vale

A secretaria de Atividades Econômicas de Angra dos Reis vai reativar a ferrovia Centro-Atlântica - que liga a região Costa Verde a vários municípios do Rio de Janeiro. Desde o início do ano, a ferrovia estava com o
tráfego interrompido devido os estragos causados pelas fortes chuvas. Com a possibilidade da reabertura da Centro-Atlântica, os trechos interditados estão sendo revitalizados pela secretaria de Obras do município.

- Os trechos prejudicados já estão recebendo a limpeza e a manutenção da prefeitura de Angra. Assim que os pontos forem revitalizados, a estrada será reaberta - afirmou o secretário de Atividades Econômicas de Angra, Alexandre Tabet. A previsão da prefeitura é de que a ferrovia seja reaberta no dia 1º de setembro, e logo após sejam retomadas as atividades de transporte ferroviário.

- Nossa expectativa é de que na segunda quinzena de setembro já haja movimentação de carga - afirmou o gerente de Relações Portuárias da secretaria, Aurélio de Moura.Com o objetivo de planejar os reparos na via férrea, as equipes da secretaria de Atividades Econômicas e da concessionária responsável pela ferrovia Centro-Atlântica promovem reuniões quinzenais desde o início do ano, com representantes dos sindicatos da orla portuária. Durante a realização desses encontros, foi definido os locais que mais necessitavam de revitalização, como o trecho entre Rio Claro e Lídice que está totalmente recuperado.

- Conforme íamos conversando, íamos melhorando os trechos que foram interrompidos por causa dos estragos das chuvas. A ferrovia transportava, basicamente, cimento, mas agora a ideia é realizar o transporte de qualquer tipo de carga. Por isso, no dia 17 de setembro, em Angra, haverá outra reunião para rever as condições de retorno dos clientes tradicionais e de outros para o Porto de Angra dos Reis - afirmou o coordenador de Relações Institucionais da concessionária, José Cruz.


A prefeitura de Angra dos reis está reabrindo o trecho, será que a contrapartida da FCA vai ser a reimplantação do o trem da Mata Atlãntica?
Ou só mais uma vez o dinheiro público atendendo a interesses privados?


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Da série obras inúteis...Madureira é a bola da vez.

     
09.08.10 às 03h00
 
Estação subterrânea para unir Madureira
Projeto em estudo inclui construção de praça sobre os trilhos da SuperVia
POR THIAGO FERES
Rio - Um dos bairros mais tradicionais do subúrbio está perto de se tornar pioneiro em ousado projeto ferroviário. Em parceria com a SuperVia, a Prefeitura do Rio estuda fazer da atual Estação Madureira, por onde circulam mais de 22 mil usuários todo dia, uma passagem subterrânea. O local tem a segunda maior movimentação entre todos os terminais de trens do Rio, perdendo apenas para a Central do Brasil. A intervenção seria realizada num trecho de dois quilômetros, com o objetivo principal de integrar os dois lados do bairro, cujos cerca de 60 mil moradores são hoje divididos pela linha férrea.
A estimativa é que as obras durem dois anos a partir da aprovação da planta. O projeto já foi apresentado às diversas lideranças comunitárias do bairro, numa reunião realizada há dois meses. Naquela ocasião, o então diretor de Marketing da SuperVia, José Carlos Leitão, admitiu se tratar de uma grande revolução no sistema ferroviário.
No local onde funciona hoje a Estação Madureira seria construída a ‘Praça do Conhecimento’ , projeto de LAN house pública da Secretaria Especial de Ciência e Tecnologia, além de outras opções de lazer e área verde. Os viadutos que hoje em dia são utilizados para interligar os dois lados do bairro seriam demolidos. “Dentro da estação subterrânea, segundo o atual projeto, construiríamos lojas”, adiantou o então diretor José Carlos Leitão.
A prefeitura cogitou levantar grande shopping no terreno da estação, mas a decisão poderia comprometer diretamente os lucros do atual comércio existente no bairro. Por isso, a ideia já foi praticamente descartada. Para o subprefeito da Zona Norte, André Luiz dos Santos, a obra representaria o fim de uma mutilação. “Os bairros que são cortados por uma linha de trem acabam sofrendo muito. Esse contato entre os dois lados de Madureira vai permitir um crescimento homogêneo em todas as esferas”, opina André Luiz.
Desapropriações
Estima-se que, para realizar a obra, seriam necessárias 150 desapropriações em dois quarteirões da Rua João Vicente, paralela à linha férrea. O valor do projeto não foi divulgado, mas existe a possibilidade de a prefeitura fixar parcerias com investidores estrangeiros. Numa segunda etapa, o mesmo plano seria levado para o Méier, como confirmou na última sexta-feira o administrador regional do bairro, Reynaldo Velloso, já animado com a possibilidade. “Nasci e cresci no Méier. Seria um projeto com consequências maravilhosas para nossos moradores”, destacou.
Quem circula diariamente pela região de Madureira aprovou a possível mudança. “O trem é um transporte de massa como metrô ou ônibus, mas nunca recebeu os mesmos investimentos. Acho muito positiva a ideia. Tomara que seja um projeto que não fique esquecido na mesa das autoridades, mas, sim, executado o mais breve possível”, opina o agente de saúde Antônio de Souza, 43.
Por meio de nota, a SuperVia ressaltou que presta total apoio às intervenções que visam a melhorar a qualidade de vida da população e o serviço ferroviário de passageiros na Região Metropolitana do Rio.
Associação comercial cobra conservação
O secretário-geral da Associação Comercial de Madureira, Gilberto Marçal, morador de Madureira desde 1950, aguarda a concretização dos projetos anunciados, mas, receoso, cobra atenção à manutenção do bairro. “A conservação é tão importante quanto o investimento nas obras.
As gestões anteriores fizeram o programa Rio Cidade I e II aqui, mas não investiram em manutenção. Por isso, temo que o mesmo ocorra com obras tão sofisticadas como a nova estação e o parque”, explica, adiantando que a associação vai lutar para levar a 6ª Inspetoria da Guarda Municipal, no Viaduto Negrão de Lima, para dentro do novo espaço: “Esperamos, assim, garantir segurança 24h no local”.
Os usuários dos trens do Rio compartilham da mesma preocupação. Enquanto esperava uma composição do ramal de Deodoro na Estação Madureira, o balconista Francisco Ribeiro, 36, cobra conservação por parte dos órgãos responsáveis e também dos passageiros. “Falta educação e respeito das duas partes. O usuário do metrô não joga papel no chão, por exemplo. No entanto, a limpeza é muito maior”, disparou.
http://odia. terra.com. br/portal/ rio/html/ 2010/8/estacao_ subterranea_ para_unir_ madureira_ 101806.html


Morei em madureira a cerca de 2 anos, o entorno da estação é o coração do bairro, é da onde o mesmo se estendeu radialmente, se a idéia é não "multilar" o bairro com a ferrovia que criou o bairro, por que a prefeitura do rio e a flumitrens demoliram as passarelas que existiam entre Madureira e Osvaldo Cruz nos anos 90?
Replico a notícia mais pelo sentimento de dever de alertar aos demais de mais uma cagada da turminha do bagulho (prefeito Eduardo Paes e governador Serginho Malandro Cabral), já estou enjoei de morar numa cidade governada por bandidos cara de pau como esses.
Enterrar a estação de madureira é tão útil como enxugar gelo, só mais uma forma de fazer uma obra com muuuuito dinheiro público, desapropiações para lá de fraudulentas, e  como é uma obra totalmente desnecessária se der errado melhor pois, pode-se embolsar uma fortuna que ninguém vai sentir falta, vide o exemplo da cidade da música de Cesar Maia.
O jornal O DIA , pró PMDB mais uma vez nos brinda com essa pérola de jornalismo de campanha eleitoral...
Por que ao invés disso a prefeitura não gasta forças melhorando as avenidas que dão acesso a Madureira, como a rua João Vicente, símbolo de decadência, ou contruam báias para ônibus e vias exclusivas, ou então interligam a estação de Magno com a de Madureira, e aumentam o intercãmbio entre o ramal de Belford Roxo Santa cruz e Japerí, ou outra coisa ÚTIL? 
Espero que essa idéia de jerico não vá a frente , ou podemos ter uma cópia no subúrbio do camelódromo da uruguaiana, construído sobre a estação de metrô do mesmo nome.
Se pensarmos bem, já ouvo boatos da remoção do camelódromo da uruguaiana e construção de um edifício comercial no seu lugar (o terreno do camelódromo pertence ao governo do estado). talvez a verdadeira intenção seja empurrar o pessoal da uruguaiana para outro lugar mais para os lados de Madureira...


Angra dos reis, agora vai?

A caixa d'agua da estação, isolada sem serventia no meio do pátio resiste ao tempo.
Fica locolizada entre as linhas do triângulo onde abasteciam as Vaporosas.



REPORTAGEM VAGA E SEM OBJETIVO. PROVAVELMENTE MATÉRIA PAGA:

Expansão do porto de Angra prevê mais de 217 metros de cais
Investimentos serão de R$ 60 milhões apenas na primeira fase do projeto.
Fábrica de tubos no pátio vai gerar 7 mil empregos
Rio - A expansão do Porto de Angra dos Reis, um dos maiores no Brasil, está planejada. A previsão é que as obras serão executadas até 2015. A primeira fase do projeto, até 2012, prevê investimentos de R$ 60 milhões. Além da implantação de fábrica de tubos flexíveis no pátio do terminal, gerando mais de 7 mil empregos, diretos e indiretos, a cidade do litoral sul terá outros benefícios: o fluxo de embarcações de atracação de cargas será ampliado com o aumento de 217 metros de cais; a infraestrutura portuária será modernizada haverá implantação de um centro de capacitação e treinamento de mão de obra e de programas socioambientais e, ainda, a reintegração da área do Cais da Lapa.

A empresa Technip (detentora de 70% das ações da arrendatária do porto, a Angra Porto) quer fazer do Porto de Angra um gigante na área de apoio à exploração do pré-sal. O diretor-executivo do Terminal Portuário de Angra dos Reis, Robson Rangel, destacou que o potencial de produção do pré-sal é
de 100 bilhões de barris de petróleo, com investimentos confirmados da Petrobras de R$ 200 bilhões nos próximos cinco anos. “Será feito um plano de recrutamento e treinamento de profissionais de Angra dos Reis e um programa de estímulo para desenvolver o mercado de serviços na cidade. Basicamente, as atividades a serem desenvolvidas são logística, manutenção e fabricação”, concluiu Robson Rangel.

LOGÍSTICA

O desenvolvimento de toda a área, paralelamente ao turismo, é um desafio para o prefeito Tuca Jordão. “Nossa preocupação é com o desenvolvimento econômico e social, ou seja, em melhorar as condições de vida de nossa população”, disse o prefeito, enquanto o diretor do terminal, Robson Rangel, explicou que, devido à exploração de petróleo na camada do pré-sal, Angra dos Reis tem uma vocação natural para ser um centro de apoio logístico para as empresas. “Este projeto de expansão é um marco para o desenvolvimento do porto e, consequentemente, da cidade”, afirmou Robson.

A base principal da importância do Terminal Portuário de Angra dos Reis é pelo fato de ter como instalação subordinada outro terminal importante, o da Baía da Ilha Grande, da Petrobras, que movimenta grandes quantidades de petróleo e posiciona o Porto de Angra como um dos mais movimentados do País.
Como atração turística, estadual e nacional, o porto em expansão se junta à beleza das praias e das regiões próximas, pois Angra possui mais de três centenas de ilhas. Muitas delas têm, como proprietários, celebridades nacionais e internacionais.

Exportações de aço da CSN feitas pelo porto (eram feitas)

A Companhia Siderúrgica Nacional, sediada em Volta Redonda, utiliza o Porto de Angra para as suas exportações de aço. Aliás, este procedimento vem desde o século 20, quando a CSN era abastecida de carvão de coque, proveniente de Santa Catarina. O porto é referência na cidade de Angra dos Reis, situada na microrregião da Costa Verde de Estado do Rio de Janeiro, e descoberta em 6 de janeiro de 1502 e colonizada em 1556. Atualmente, a população é de 168 664 habitantes. Os municípios limítrofes a Angra são Paraty, Rio Claro e Mangaratiba no território fluminense, e Bananal e São José do Barreiro no lado paulista.

Após 1872 entra em decadência com a inauguração das estradas de ferro, voltando a ocupar posição de destaque na terceira década do século 20, quando um ramal ferroviário passa a fazer a ligação aos estados de Minas Gerais e Goiás, por ele escoando a produção agrícola. O ramal ferroviário, em bitola métrica, ainda existe, sendo operado atualmente pela Ferrovia Centro-Atlântica.

http://odia. terra.com. br

ESTIVE EM ANGRA A POUCO TEMPO, O PORTO REALMETE ESTAVA SENDO DRAGADO, MAS AS OBRAS DE DUPLICAÇÃO DA BR ESTAVAM PARALIZADAS DEVIDOS AS CHUVAS DE JANEIRO.
A FERROVIA TAMBÉM ESTÁ PARALISADA DESDE JANEIRO, SENDO QUE NÃO HÁ INDÍCIOS DE QUE A FCA TENHA INTERESSE EM REABRI-LA.
ENTÃO PERGUNTO, SEM ACESSO DECENTE POR TERRA, COMO SE EXPANDIRÁ O PORTO DE ANGRA?

Fiz algumas fotos da estação de Angra dos Reis:

 


 



 
Detalhe do chapéu de malandro pendurado no auto de linha. 


Vista superior do pátio da estação.


A direita a caixa d'água, já sem os trilhos ao redor


Acima, a esquerda da foto o prédio da estação,  uma parte utilizada como escritório da secretaria de turismo de Angra a outra com o terminal da cimento Tupi, que recebia carga dos trens e transferia para caminhões.



 
A estação já sendo invadida pelo tráfico, e o detalhe das cavilhas giratórias da prancha.
É notavel como num lote com pouco mais de 10 pranchas, haja tantas variações do padrão de pintura da FCA.




 
Gôndola usada nos trens de serviço da via permanente, o galpão ao fundo é uma balança que se  pesava vagões graneleiros com trigo importado da Argentina e desembarcados no Porto de Angra.
Está abandonada no pátio, parece estar aí a mais tempo que os demais vagões. 


 
Detalhes das pranchas, a da esquerda com a marcação de um "I" feita pela RFFSA, não sei o que significa.
A outra totalmente repintada pela FCA recebeu uma pintura com faixas nas cavilhas aparentemente para melhorar a visibilidade do vagão, entre a estação de Angra e o cais do porto a ferrovia segue pelo meio da cidade inclusive cortando avenidas e uma praça.


 
Auto de linha também abandonado, já está pintado nas cores da FCA, e está desde janeiro aí, talvez o fato de não ter sido removido ainda demostre algum interesse por reativar o trecho.


 
O depósito da cimento tupi e está servindo de moradia para mendigos. 

 
 Vista da plataforma a curva ao fundo é a saída do pátio em direção ao porto de Angra,
cortando o centro da cidade. 
Entrada do porto de Angra , atravessando uma praça bem no centro da cidade.
Leito da FCA no centro de Angra
Outra vista da linha cortando a praça, o prédio ao fundo, hoje um bar, poderia perfeitamente servir de ponto final para o trem turístico. Esta praça fica exatamente de frente para o cais de onde saem os barcos com turistas.
Esse prédio aparentemente era algo relacionado a ferrovia


Segunda entrada do porto de Angra, fechada. 
A prefeitura parece querer a permanência da ferrovia, todos os pontos de interferência entre a linha e as vias, inclusive as exclusivas para pedestres, são sinalizados.

Antigo trem turístico entre Angra e lídice, o trem da mata atlântica.
Pelo pessoal da secretaria de turismo de Angra, é certo a vlta do trem desde que a FCA recupere a linha que está parada desde janeiro, houve algumas negociações, mas a via que liga Barra Mansa a Angra dos Reis está em péssimas condições. Da última vez que este trecho foi interrompido o motivo foi o mesmo, e levou-se anos até que a ANTT multasse a FCA e fisesse a mesma recuperar a linha.

Os eternos deslizamentos da linha de Angra...
25 de fevereiro de 1985 Km 4

Voce pode saber muito mais sobre o a linha de Angra dos Reis, a EFOM e a RMV no site http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovias/vfco/angra.htm , inclusive com várias fotos e informações do trem da marta atlãntica e da operação em Angra nos tempos RFFSA.

Angra dos reis, agora vai?

A caixa d'agua da estação, isolada sem serventia no meio do pátio resiste ao tempo.
Fica locolizada entre as linhas do triângulo onde abasteciam as Vaporosas.



REPORTAGEM VAGA E SEM OBJETIVO. PROVAVELMENTE MATÉRIA PAGA:

Expansão do porto de Angra prevê mais de 217 metros de cais
Investimentos serão de R$ 60 milhões apenas na primeira fase do projeto.
Fábrica de tubos no pátio vai gerar 7 mil empregos
Rio - A expansão do Porto de Angra dos Reis, um dos maiores no Brasil, está planejada. A previsão é que as obras serão executadas até 2015. A primeira fase do projeto, até 2012, prevê investimentos de R$ 60 milhões. Além da implantação de fábrica de tubos flexíveis no pátio do terminal, gerando mais de 7 mil empregos, diretos e indiretos, a cidade do litoral sul terá outros benefícios: o fluxo de embarcações de atracação de cargas será ampliado com o aumento de 217 metros de cais; a infraestrutura portuária será modernizada haverá implantação de um centro de capacitação e treinamento de mão de obra e de programas socioambientais e, ainda, a reintegração da área do Cais da Lapa.

A empresa Technip (detentora de 70% das ações da arrendatária do porto, a Angra Porto) quer fazer do Porto de Angra um gigante na área de apoio à exploração do pré-sal. O diretor-executivo do Terminal Portuário de Angra dos Reis, Robson Rangel, destacou que o potencial de produção do pré-sal é
de 100 bilhões de barris de petróleo, com investimentos confirmados da Petrobras de R$ 200 bilhões nos próximos cinco anos. “Será feito um plano de recrutamento e treinamento de profissionais de Angra dos Reis e um programa de estímulo para desenvolver o mercado de serviços na cidade. Basicamente, as atividades a serem desenvolvidas são logística, manutenção e fabricação”, concluiu Robson Rangel.

LOGÍSTICA

O desenvolvimento de toda a área, paralelamente ao turismo, é um desafio para o prefeito Tuca Jordão. “Nossa preocupação é com o desenvolvimento econômico e social, ou seja, em melhorar as condições de vida de nossa população”, disse o prefeito, enquanto o diretor do terminal, Robson Rangel, explicou que, devido à exploração de petróleo na camada do pré-sal, Angra dos Reis tem uma vocação natural para ser um centro de apoio logístico para as empresas. “Este projeto de expansão é um marco para o desenvolvimento do porto e, consequentemente, da cidade”, afirmou Robson.

A base principal da importância do Terminal Portuário de Angra dos Reis é pelo fato de ter como instalação subordinada outro terminal importante, o da Baía da Ilha Grande, da Petrobras, que movimenta grandes quantidades de petróleo e posiciona o Porto de Angra como um dos mais movimentados do País.
Como atração turística, estadual e nacional, o porto em expansão se junta à beleza das praias e das regiões próximas, pois Angra possui mais de três centenas de ilhas. Muitas delas têm, como proprietários, celebridades nacionais e internacionais.

Exportações de aço da CSN feitas pelo porto (eram feitas)

A Companhia Siderúrgica Nacional, sediada em Volta Redonda, utiliza o Porto de Angra para as suas exportações de aço. Aliás, este procedimento vem desde o século 20, quando a CSN era abastecida de carvão de coque, proveniente de Santa Catarina. O porto é referência na cidade de Angra dos Reis, situada na microrregião da Costa Verde de Estado do Rio de Janeiro, e descoberta em 6 de janeiro de 1502 e colonizada em 1556. Atualmente, a população é de 168 664 habitantes. Os municípios limítrofes a Angra são Paraty, Rio Claro e Mangaratiba no território fluminense, e Bananal e São José do Barreiro no lado paulista.

Após 1872 entra em decadência com a inauguração das estradas de ferro, voltando a ocupar posição de destaque na terceira década do século 20, quando um ramal ferroviário passa a fazer a ligação aos estados de Minas Gerais e Goiás, por ele escoando a produção agrícola. O ramal ferroviário, em bitola métrica, ainda existe, sendo operado atualmente pela Ferrovia Centro-Atlântica.

http://odia. terra.com. br

ESTIVE EM ANGRA A POUCO TEMPO, O PORTO REALMETE ESTAVA SENDO DRAGADO, MAS AS OBRAS DE DUPLICAÇÃO DA BR ESTAVAM PARALIZADAS DEVIDOS AS CHUVAS DE JANEIRO.
A FERROVIA TAMBÉM ESTÁ PARALISADA DESDE JANEIRO, SENDO QUE NÃO HÁ INDÍCIOS DE QUE A FCA TENHA INTERESSE EM REABRI-LA.
ENTÃO PERGUNTO, SEM ACESSO DECENTE POR TERRA, COMO SE EXPANDIRÁ O PORTO DE ANGRA?

Fiz algumas fotos da estação de Angra dos Reis:

 


 



 
Detalhe do chapéu de malandro pendurado no auto de linha. 


Vista superior do pátio da estação.


A direita a caixa d'água, já sem os trilhos ao redor


Acima, a esquerda da foto o prédio da estação,  uma parte utilizada como escritório da secretaria de turismo de Angra a outra com o terminal da cimento Tupi, que recebia carga dos trens e transferia para caminhões.



 
A estação já sendo invadida pelo tráfico, e o detalhe das cavilhas giratórias da prancha.
É notavel como num lote com pouco mais de 10 pranchas, haja tantas variações do padrão de pintura da FCA.




 
Gôndola usada nos trens de serviço da via permanente, o galpão ao fundo é uma balança que se  pesava vagões graneleiros com trigo importado da Argentina e desembarcados no Porto de Angra.
Está abandonada no pátio, parece estar aí a mais tempo que os demais vagões. 


 
Detalhes das pranchas, a da esquerda com a marcação de um "I" feita pela RFFSA, não sei o que significa.
A outra totalmente repintada pela FCA recebeu uma pintura com faixas nas cavilhas aparentemente para melhorar a visibilidade do vagão, entre a estação de Angra e o cais do porto a ferrovia segue pelo meio da cidade inclusive cortando avenidas e uma praça.


 
Auto de linha também abandonado, já está pintado nas cores da FCA, e está desde janeiro aí, talvez o fato de não ter sido removido ainda demostre algum interesse por reativar o trecho.


 
O depósito da cimento tupi e está servindo de moradia para mendigos. 

 
 Vista da plataforma a curva ao fundo é a saída do pátio em direção ao porto de Angra,
cortando o centro da cidade. 
Entrada do porto de Angra , atravessando uma praça bem no centro da cidade.
Leito da FCA no centro de Angra
Outra vista da linha cortando a praça, o prédio ao fundo, hoje um bar, poderia perfeitamente servir de ponto final para o trem turístico. Esta praça fica exatamente de frente para o cais de onde saem os barcos com turistas.
Esse prédio aparentemente era algo relacionado a ferrovia


Segunda entrada do porto de Angra, fechada. 
A prefeitura parece querer a permanência da ferrovia, todos os pontos de interferência entre a linha e as vias, inclusive as exclusivas para pedestres, são sinalizados.

Antigo trem turístico entre Angra e lídice, o trem da mata atlântica.
Pelo pessoal da secretaria de turismo de Angra, é certo a vlta do trem desde que a FCA recupere a linha que está parada desde janeiro, houve algumas negociações, mas a via que liga Barra Mansa a Angra dos Reis está em péssimas condições. Da última vez que este trecho foi interrompido o motivo foi o mesmo, e levou-se anos até que a ANTT multasse a FCA e fisesse a mesma recuperar a linha.

Os eternos deslizamentos da linha de Angra...
25 de fevereiro de 1985 Km 4

Voce pode saber muito mais sobre o a linha de Angra dos Reis, a EFOM e a RMV no site http://vfco.brazilia.jor.br/ferrovias/vfco/angra.htm , inclusive com várias fotos e informações do trem da marta atlãntica e da operação em Angra nos tempos RFFSA.

sábado, 31 de julho de 2010

O maquinista do trem fantasma apita em todas as curvas do país sem ferrovias

Texto pró tucano, porém até que bem escrito...

Por Augusto Nunes

O presidente Lula já apareceu fantasiado de piloto de avião, cangaceiro, noivo de festa junina, cavaleiro, cacique, caminhoneiro, sem-terra, farofeiro com isopor, índio boliviano, rei africano, cartola, dono do time, jogador de futebol, churrasqueiro, até de estadista. Mas nunca foi fotografado brincando de maquinista numa locomotiva. Não por falta de vontade, mas por falta de locomotivas, vagões e trilhos. A rede ferroviária brasileira é pouco mais que nada, o sistema de transporte de passageiros está em frangalhos. Mas Lula resolveu juntar à coleção a fantasia de maquinista de trem-bala.

“Vai ter gente que não vai gostar, porque estamos gastando dinheiro no trem-bala”, recitou outra vez, sempre duelando contra o sujeito indeterminado. “Essa gente quer fazer um trem lesma, mas nós queremos logo o bicho mais ligeiro. O pessoal viaja para China e lá o trem é maravilhoso, mas aqui no Brasil é aquele toc-toc pendurado. O Brasil tem competência e vamos fazer”. Com um presidente que diz essas coisas, nenhum país pode fazer muito. Em matéria de ferrovia, o Brasil de Lula não tem feito coisa alguma.

A menção à China confirma que o chefe de governo é fruto do cruzamento da soberba com a ignorância. Em 2002, quando os chineses embarcaram pela primeira vez num trem de alta velocidade (TAV), a malha ferroviária tinha 54 mil km de trilhos espalhados por um território de 9,6 milhões de quilômetros quadrados. O Brasil tem 8,5 milhões de quilômetros quadrados e menos de 29 mil km, quase todos administrados por empresas privadas e restritos ao transporte de cargas.

A frequência e a desenvoltura com que vem despejando vigarices ferroviárias sugere que, para Lula, brasileiro aceita qualquer número. O silêncio dos adversários reafirma que a oposição odeia conferir contas. Se não fosse assim, multidões de adversários estariam debruçados sobre relatórios oficiais que, além de implodirem as invencionices federais,  retratam o espetacular descarrilamento da tese da herança maldita: basta colocar em trilhos paralelos o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso e primeiro do sucessor. Entre o começo de 1999 e o fim de 2002, os investimentos em ferrovias somaram R$ 601 milhões. Entre janeiro de 2003 e dezembro de 2006, ficaram em R$ 519 milhões.(Nota 1)
Só Lula consegue ser pior que Lula, atestou o mais recente balanço do PAC. De janeiro de 2007 a abril de 2010, o governo triplicou os gastos do primeiro mandato para anexar à rede apenas um trecho de 356 km da Ferrovia Norte-Sul, que começou a ser construída em 1987 e foi sucessivamente interditada pelas milícias do PT. Num discurso pronunciado em Aracaju no ano seguinte, o Lula oposicionista incluiu a obra entre as provas de que “José Sarney é o maior ladrão do Brasil”.

“O presidente da República”, berrou o palanqueiro, “ao invés de fazer açude, ao invés de fazer cacimba, ao invés de fazer poço artesiano ou fazer irrigação no Nordeste, vai gastar 2 bilhões e meio de dólares pra construir uma ferrovia, Norte-Sul, ligando a casa dele no Maranhão até a casa dele em Brasília”. Nada como um trilho depois do outro: em quatro anos, Lula torrou  R$1,15 bilhão no que lhe pareceu, até o fim do século passado, “um monumento à gastança”.

Canastrões não se inibem por tão pouco, avisa a performance do protagonista da farsa. Se não há obras a inaugurar, sobram pedras fundamentais, licitações, leilões e editais. Se quase nada foi feito, muito se fará, garante a discurseira do presidente e da sucessora que inventou. Nos próximos quatro anos, anda declamando a dupla no comício mais longo de todos os tempos, o Brasil ferroviário será vitaminado com R$ 43,9 bilhões ─ 40 vezes mais que o dinheiro aplicado nos dois mandatos do supergovernante. Pelo menos R$ 33 bilhões serão engolidos pelos 500 km do trem-bala.

Em 2008, quando foi incluído no PAC, o trem-bala custaria R$ 20 bilhões, seria licitado em 2009 e começaria a circular em 2014, para mostrar aos turistas deslumbrados com o anfitrião da Copa do Mundo que com o Brasil ninguém pode. Há 10 dias, quando Lula e Dilma inauguraram a promessa de começar a costrução assim que puderem, o trem-bala brasileiro transformou- se no primeiro da história que, ainda na fase do edital, ficou 50% mais caro e acrescentou mais dois anos ao prazo originalmente fixado para o fim das obras.
O maquinista do trem fantasma segue apitando em todas as curvas do país sem ferrovias. Mas o histórico da Era Lula informa que o colosso não ficará pronto em 2016. Talvez não fique pronto nunca. Melhor para o Brasil, que não precisa de trem-bala. Só precisa de trens e ferrovias. (Amém)

Nota 1: Sobre a declaração dos investimentos feitos na malha ferroviária pelo (des)governo FHC.

É bom deixar bem claro que foi este governo que privatizou a RFFSA, justamente com a justificativa de assim eliminar a necessidade de injeção reursos públicos nas ferrovias.
Se no própio governo FHC foi aplicado este valor de dinheiro público nas ferrovias PRIVATIZADAS, por que o governo Lula deveria aplicar ainda mais dinheiro na malha, que foi privatizada para não necessitar de recuursos públicos?

O maquinista do trem fantasma apita em todas as curvas do país sem ferrovias

Texto pró tucano, porém até que bem escrito...



Por Augusto Nunes


O presidente Lula já apareceu fantasiado de piloto de avião, cangaceiro, noivo de festa junina, cavaleiro, cacique, caminhoneiro, sem-terra, farofeiro com isopor, índio boliviano, rei africano, cartola, dono do time, jogador de futebol, churrasqueiro, até de estadista. Mas nunca foi fotografado brincando de maquinista numa locomotiva. Não por falta de vontade, mas por falta de locomotivas, vagões e trilhos. A rede ferroviária brasileira é pouco mais que nada, o sistema de transporte de passageiros está em frangalhos. Mas Lula resolveu juntar à coleção a fantasia de maquinista de trem-bala.


“Vai ter gente que não vai gostar, porque estamos gastando dinheiro no trem-bala”, recitou outra vez, sempre duelando contra o sujeito indeterminado. “Essa gente quer fazer um trem lesma, mas nós queremos logo o bicho mais ligeiro. O pessoal viaja para China e lá o trem é maravilhoso, mas aqui no Brasil é aquele toc-toc pendurado. O Brasil tem competência e vamos fazer”. Com um presidente que diz essas coisas, nenhum país pode fazer muito. Em matéria de ferrovia, o Brasil de Lula não tem feito coisa alguma.


A menção à China confirma que o chefe de governo é fruto do cruzamento da soberba com a ignorância. Em 2002, quando os chineses embarcaram pela primeira vez num trem de alta velocidade (TAV), a malha ferroviária tinha 54 mil km de trilhos espalhados por um território de 9,6 milhões de quilômetros quadrados. O Brasil tem 8,5 milhões de quilômetros quadrados e menos de 29 mil km, quase todos administrados por empresas privadas e restritos ao transporte de cargas.


A frequência e a desenvoltura com que vem despejando vigarices ferroviárias sugere que, para Lula, brasileiro aceita qualquer número. O silêncio dos adversários reafirma que a oposição odeia conferir contas. Se não fosse assim, multidões de adversários estariam debruçados sobre relatórios oficiais que, além de implodirem as invencionices federais,  retratam o espetacular descarrilamento da tese da herança maldita: basta colocar em trilhos paralelos o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso e primeiro do sucessor. Entre o começo de 1999 e o fim de 2002, os investimentos em ferrovias somaram R$ 601 milhões. Entre janeiro de 2003 e dezembro de 2006, ficaram em R$ 519 milhões.(Nota 1)
Só Lula consegue ser pior que Lula, atestou o mais recente balanço do PAC. De janeiro de 2007 a abril de 2010, o governo triplicou os gastos do primeiro mandato para anexar à rede apenas um trecho de 356 km da Ferrovia Norte-Sul, que começou a ser construída em 1987 e foi sucessivamente interditada pelas milícias do PT. Num discurso pronunciado em Aracaju no ano seguinte, o Lula oposicionista incluiu a obra entre as provas de que “José Sarney é o maior ladrão do Brasil”.


“O presidente da República”, berrou o palanqueiro, “ao invés de fazer açude, ao invés de fazer cacimba, ao invés de fazer poço artesiano ou fazer irrigação no Nordeste, vai gastar 2 bilhões e meio de dólares pra construir uma ferrovia, Norte-Sul, ligando a casa dele no Maranhão até a casa dele em Brasília”. Nada como um trilho depois do outro: em quatro anos, Lula torrou  R$1,15 bilhão no que lhe pareceu, até o fim do século passado, “um monumento à gastança”.


Canastrões não se inibem por tão pouco, avisa a performance do protagonista da farsa. Se não há obras a inaugurar, sobram pedras fundamentais, licitações, leilões e editais. Se quase nada foi feito, muito se fará, garante a discurseira do presidente e da sucessora que inventou. Nos próximos quatro anos, anda declamando a dupla no comício mais longo de todos os tempos, o Brasil ferroviário será vitaminado com R$ 43,9 bilhões ─ 40 vezes mais que o dinheiro aplicado nos dois mandatos do supergovernante. Pelo menos R$ 33 bilhões serão engolidos pelos 500 km do trem-bala.


Em 2008, quando foi incluído no PAC, o trem-bala custaria R$ 20 bilhões, seria licitado em 2009 e começaria a circular em 2014, para mostrar aos turistas deslumbrados com o anfitrião da Copa do Mundo que com o Brasil ninguém pode. Há 10 dias, quando Lula e Dilma inauguraram a promessa de começar a costrução assim que puderem, o trem-bala brasileiro transformou- se no primeiro da história que, ainda na fase do edital, ficou 50% mais caro e acrescentou mais dois anos ao prazo originalmente fixado para o fim das obras.
O maquinista do trem fantasma segue apitando em todas as curvas do país sem ferrovias. Mas o histórico da Era Lula informa que o colosso não ficará pronto em 2016. Talvez não fique pronto nunca. Melhor para o Brasil, que não precisa de trem-bala. Só precisa de trens e ferrovias. (Amém)

Nota 1: Sobre a declaração dos investimentos feitos na malha ferroviária pelo (des)governo FHC.

É bom deixar bem claro que foi este governo que privatizou a RFFSA, justamente com a justificativa de assim eliminar a necessidade de injeção reursos públicos nas ferrovias.
Se no própio governo FHC foi aplicado este valor de dinheiro público nas ferrovias PRIVATIZADAS, por que o governo Lula deveria aplicar ainda mais dinheiro na malha, que foi privatizada para não necessitar de recuursos públicos?

domingo, 25 de julho de 2010

Promessas...

Estações de trem serão reformadas

A obra que remodelará 8 paradas começa por Magalhães Bastos e Vila Militar

POR MAHOMED SAIGG
 
Rio - As estações de trem de Magalhães Bastos e da Vila Militar, no ramal Santa Cruz, vão ficar de cara nova. A Secretaria Estadual de Transportes publica, nos próximos dias, edital de licitação para as obras de ampliação e modernização de duas das oito estações que serão reformadas até as Olimpíadas de 2016.

O projeto faz parte do pacote de compromissos assumidos pelo governo do estado com o Comitê Olímpico Internacional (COI), para a realização dos Jogos. As outras seis estações que também serão reformadas são: Deodoro, Madureira, Engenho de Dentro, Mangueira, Maracanã e São Cristóvão. Essas paradas terão escadas rolantes, banheiros e até elevadores.

Localizadas em regiões consideradas estratégicas pela proximidade de alguns locais de competição, as estações de Magalhães Bastos e da Vila Militar deverão ficar prontas em 2011.

A notícia agradou à equipe de avaliadores do COI que, desde domingo, estão no Rio. Eles vieram ver de perto como está o andamento dos projetos e das obras prometidas pelas autoridades brasileiras.


Para quem acompanhou o inferno, digo ao Pan-Americano no Rio, foi prometido a época que todas as estações entre D. Pedro II e Deodoro seriam modernizadas, principalmente para melhorar o acesso de deficientes físicos as estações, ...., nem mesmo as estações nos locais onde haveria competição, tiveram suas reformas concluídas, até hoje.

Já foi apresentada uma "solução" rodoviária pra a ligação dessa área com os demais locais de competição, lógico sem nenhuma integração com os trens de suburbio. Então quem acredita que algo será feito pela ferrovia na zona oeste? Ou melhor que acredita em duendes?

Promessas...

Estações de trem serão reformadas

A obra que remodelará 8 paradas começa por Magalhães Bastos e Vila Militar

POR MAHOMED SAIGG
 
Rio - As estações de trem de Magalhães Bastos e da Vila Militar, no ramal Santa Cruz, vão ficar de cara nova. A Secretaria Estadual de Transportes publica, nos próximos dias, edital de licitação para as obras de ampliação e modernização de duas das oito estações que serão reformadas até as Olimpíadas de 2016.

O projeto faz parte do pacote de compromissos assumidos pelo governo do estado com o Comitê Olímpico Internacional (COI), para a realização dos Jogos. As outras seis estações que também serão reformadas são: Deodoro, Madureira, Engenho de Dentro, Mangueira, Maracanã e São Cristóvão. Essas paradas terão escadas rolantes, banheiros e até elevadores.

Localizadas em regiões consideradas estratégicas pela proximidade de alguns locais de competição, as estações de Magalhães Bastos e da Vila Militar deverão ficar prontas em 2011.

A notícia agradou à equipe de avaliadores do COI que, desde domingo, estão no Rio. Eles vieram ver de perto como está o andamento dos projetos e das obras prometidas pelas autoridades brasileiras.


Para quem acompanhou o inferno, digo ao Pan-Americano no Rio, foi prometido a época que todas as estações entre D. Pedro II e Deodoro seriam modernizadas, principalmente para melhorar o acesso de deficientes físicos as estações, ...., nem mesmo as estações nos locais onde haveria competição, tiveram suas reformas concluídas, até hoje.

Já foi apresentada uma "solução" rodoviária pra a ligação dessa área com os demais locais de competição, lógico sem nenhuma integração com os trens de suburbio. Então quem acredita que algo será feito pela ferrovia na zona oeste? Ou melhor que acredita em duendes?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Aos olhos, que a terra há de comer!


Locomotiva da Estrada de Ferro Leopoldina, tipo 0-6-2-T, número 1422.
Foto tirada em 1937.


Obtida atravé do MOSI, em inglês museu de ciência e indústria, http://emu.msim.org.uk/htmlmn/collections/online/display.php?irn=30629&QueryPage=%2Fhtmlmn%2Fcollections%2Fonline%2Fsearch.php&section=

Uma das deficiências das mais graves que encontramos em solo pátrio é a amnésia coletiva que toma conta das cabeças.
Somos o país do novo, do nunca antes feito, do agora vai...
É absurdo o fato de que se consegue detalhes sobre a história do nosso país com muito mais facilidade em terras estrangeiras do que por aqui.
Recebemos no rio de Janeiro a maravilhosa notícia de que a prefeitura através de uma renovação de concessão para lá de fraudulenta vai melhorar os acessos ao estádio de Engenho de Dentro.
Para quem não sabe este estádio foi erguido implodindo-se as centenárias oficinas de trens ali existentes, oficinas estratégicas se se pretendia expandir a rede de metrõ da cidade do rio...
Pois bem além da construção de um viaduto para facilitar o acesso ao estádio se prevê a construção de um estacionamento na área para receber o novo fluxo de carros.
Os únicos pedaços de chão restantes da oficina, ainda não destruídos totalmente são o prédio da administração e o museu (onde se encontra a baronesa, primeira locomotiva do Brasil).

Advinhem onde deve ser o estacionamento...

Segue a referência do site inglês, http://www.mosi.org.uk/, pois em breve se quisermos ver algo destas importantíssimas oficinas teremos que recorrer aos sites estrangeitros.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O que dá para carregar em um trem?

Responda rápido...






























Tudo isso graças a largura da bunda do cavalo romano...

http://www.amantesdaferrovia.com.br/profiles/blogs/da-largura-de-duas-bundas-de?xg_source=activity

O que dá para carregar em um trem?

Responda rápido...






























Tudo isso graças a largura da bunda do cavalo romano...

http://www.amantesdaferrovia.com.br/profiles/blogs/da-largura-de-duas-bundas-de?xg_source=activity

Trens da linha 4 do metrô são conduzidos por rádio

Notícia sem graça, afinal a supervia no rio já te driverless a um bom tempo, quem se lembra daquele trem desgovernado em Ricardo de Albuquerque a uns 2 meses atrás...



São Paulo

A linha 4 - Amarela, inaugurada essa semana em São Paulo, traz diversas novidades tecnológicas aos paulistas.

Uma delas são os trens sem condutores (driveless), que funcionam sendo operados por rádio. A linha é controlada de forma remota pelo Centro de Controle Operacional (CCO) e a estação é a primeira da América Latina a adotar o sistema sem condutor. Os trens utilizam um sistema carrossel, onde todos seguem a mesma velocidade e o ajuste é feito diante do tráfego de trens. 

comunicação entre os trens e o CCO é feita através de antenas nos túneis e um mapa eletrônico no Centro de Controle permite a visão da posição de cada trem.

Outra novidade da estação é o acesso à internet por conexão sem fio, onde o usuário poderá acessar a internet de qualquer lugar da estação.

A linha 4 - Amarela começou a funcionar 27/05 somente entre as estações Faria Lima e Paulista, das 9hrs às 15hrs. No início, a estação ficará em regime de operação assistida.